A seleção universitária portuguesa de andebol masculino perdeu por quatro golos frente à Roménia, esta terça-feira, 28 de junho, no segundo jogo da fase de grupos do Campeonato Mundial Universitário de Andebol. O marcador terminou nos 30-26 desfavoráveis para Portugal, que defrontou uma seleção mais forte fisicamente e não resistiu ao ataque irrepreensível dos jogadores romenos.
O jogo começou com Pedro Carvalho na baliza, à esquerda o lateral Vasco Santos e o ponta Diogo Branquinho, à direita o lateral Miguel Baptista e o ponta Ricardo Ramos, o central Miguel Martins e o pivô Francisco Leitão. Os primeiros 15 minutos foram renhidos, com as duas equipas a igualar por diversas vezes no marcador. A seleção romena operou um volte-face, ainda na primeira parte, ao manter o adversário português sempre à distância de 3 pontos. Na segunda metade do jogo Roménia-Portugal, a seleção de Leste esteve sempre à frente no marcador e venceu pela margem de 30-26.
O melhor marcador em campo foi Ionut Nistor-Ionita com onze concretizações na baliza portuguesa. À semelhança do jogo de ontem, Diogo Branquinho, da Universidade do Minho, destacou-se na seleção lusa ao marcar oito golos.
Amanhã, 29 de junho, a seleção portuguesa joga frente à Coreia do Sul o terceiro e último encontro da fase de grupos, transmitido em direto em www.wuchandball2016.com a partir das 15h30 (hora portuguesa). Portugal ainda poderá passar à fase seguinte, caso vença no jogo de amanhã e o Egipto perca frente à Roménia. Se assim acontecer, Portugal, Coreia do Sul e Egipto ficarão empatados com uma vitória e a diferença de golos servirá como critério de desempate.
Já são conhecidos os nomes dos 16 estudantes-atletas convocados para a seleção universitária de Andebol (Masculina) que irá representar Portugal no 23º Campeonato Mundial Universitário de Andebol que se realiza de 27 junho a 3 julho, em Antequera-Málaga, Espanha. O estágio de preparação dos portugueses começa dias antes, a 22 de junho, no Pavilhão da Escola Secundária José Régio, em Vila do Conde, com o apoio do Instituto Politécnico do Porto.
Vasco Santos (Instituto Politécnico do Porto), Miguel Martins (Instituto Universitário da Maia), Ulisses Ribeiro (Universidade de Aveiro), Alexandre Moura e Ricardo Barrão (Universidade de Lisboa), Diogo Branquinho e Pedro Carvalho (Universidade do Minho) e André Azevedo, Belmiro Alves, Carlos Santos, Francisco Leitão, Miguel Batista, Miguel Vieira, Nuno Carvalhais, Ricardo Ramos e Rúben Sousa (Universidade do Porto) são os estudantes-atletas convocados.
A seleção portuguesa universitária de andebol masculino é a equipa sobre a qual recaem todas as atenções, porque não só é a atual detentora do título alcançado em 2014 como foi a vencedora da Medalha de Ouro nas Universíadas do ano passado. Tiago Portas, selecionador nacional, mostra-se confiante no sucesso de Portugal, desde logo na fase de grupos. “A conclusão do ciclo de estudos e o próprio desgaste durante a época condicionaram a participação de alguns estudantes-atletas, como é o caso do capitão Pedro Seabra mas estamos num bom grupo e podemos encarar com ambição a defesa do título.” Do grupo onde está a seleção portuguesa, Egipto Índia, Roménia e Coreia do Sul, o técnico considera os romenos os principais adversários. “Não tanto pelos resultados a nível de seleção porque não têm obtido grandes feitos nos últimos tempos, mas pela tradição no ensino do andebol são claramente uma equipa difícil.”
O presidente da FADU - Federação Portuguesa de Desporto Universitário, Daniel Monteiro, sublinha a presença no próximo Mundial de equipas com tradição no andebol universitário mas acredita nas potencialidades portuguesas. “A nossa seleção apresenta-se jovem e renovada, com apenas quatro estudantes-atletas que transitam da última participação na Universíada de Verão 2015. São jogadores que apresentam um nível de experiência elevado, fruto das chamadas regulares a integrar as seleções nacionais mais jovens, portanto habituados a este nível competitivo.”
A comitiva portuguesa tem viagem marcada para Espanha, a 25 de junho, e a fase de grupos do Campeonato Mundial Universitário começa a 27 de junho. A fase eliminatória realiza-se nos dias 2 e 3 de julho.
Portugal já conhece os adversários que vai encontrar nos Campeonatos Mundiais Universitários de 2016 nas modalidades de Andebol, Rugby 7’s e Futsal. Os sorteios realizaram-se esta quarta-feira, 1 junho 2016, na sede da FISU (Federação Internacional Desporto Universitário), em Lausanne, na Suíça.
Daniel Monteiro, presidente da FADU - Federação Portuguesa de Desporto Universitário, encara com elevada expectativa a participação nacional nestes eventos desportivos internacionais: “As diversas seleções portuguesas têm vindo a apresentar-se com um elevado grau competitivo tanto em Campeonatos Mundiais Universitários como nas Universíadas de Verão. No andebol, em particular, jogaremos em Málaga para defender o título conquistado em 2014 e a medalha de ouro em 2015, nas Universíadas de Verão”. O Mundial Universitário de Andebol realiza-se de 27 junho a 3 julho 2016, em Málaga, Espanha. A equipa portuguesa integra o Grupo B juntamente com a Roménia, Egipto, Coreia e Índia. O Grupo A é encabeçado pela anfitriã Espanha à qual se junta a Rússia, Taiwan e Japão.
De 7 a 9 julho 2016 as atenções viram-se para o Reino Unido onde se realizam os Mundiais Universitários Rugby 7’s. Para o presidente da FADU, Daniel Monteiro, este é um momento extremamente importante para a equipa portuguesa: “para muitas estudantes-atletas esta participação representa a primeira experiência internacional e também um grande passo no desenvolvimento do Rugby 7’s feminino, que tem sido uma aposta recente da Federação Portuguesa de Rugby.” Vão apresentar-se no Campeonato Mundial, em Swansea, 10 equipas, sendo o grupo A composto pelo Reino Unido, França, Japão, Nova Zelândia e Itália. A seleção feminina de Portugal no grupo B vai defrontar as formações do Canadá, China, Austrália e Espanha.
A cidade de Goiânia, no Brasil, recebe de 3 a 10 julho 2016 os Campeonatos Mundiais Universitários de Futsal onde se reúnem 12 equipas masculinas. A Rússia, que vai defender o título, calhou no grupo C onde está também Portugal, Tailândia e França. Na competição feminina, Portugal vai encontrar-se no Grupo B com a Rússia, México, Argentina e a Colômbia.
Daniel Monteiro, presidente da Federação Portuguesa de Desporto Universitário recorda que Portugal tem um largo historial no Futsal e a equipa masculina até já foi campeã mundial em 2008. “É uma competição com um nível muito forte, já que grande parte das formações universitárias estrangeiras se apresentam nesta competição com atletas das seleções seniores. Muitos dos nossos atletas universitários têm igualmente muita experiência, por via de diversas chamadas às seleções nacionais mais jovens, pelo que contamos fazer um bom campeonato do mundo. Passando a fase de grupos, tudo poderá acontecer”.
Nas próximas semanas serão conhecidos os convocados para as diferentes competições.
O português André Crispim foi hoje o quinto classificado na prova de fundo do Campeonato Mundial Universitário, disputada em Tagaytay, Filipinas. Por sua vez, Gaspar Gonçalves, apesar de ter estado nos primeiros lugares da corrida, não conseguiu completar a prova de 128 quilómetros devido à elevada temperatura e intensa humidade que se fazia sentir.
O resultado de André Crispim melhora o 16.º lugar de José Mendes, conseguido na única participação portuguesa no mundial universitário antes da competição de 2016. Já ontem, na prova de critério, André Crispim estivera em bom plano, terminando na quarta posição. No critério Gaspar Gonçalves foi sexto.
Os estudantes-atletas regressam a Portugal na terça-feira, dia 22, após a cerimónia de encerramento do campeonato. Durante este evento, a Federação Académica do Desporto Universitário, a Associação Académica da Universidade do Minho e a Universidade do Minho vão receber a bandeira da Federação Académica do Desporto Universitário, assinalando assim a entrega da organização do Campeonato Mundial Universitário de Ciclismo de 2018 às entidades portuguesas.
A Universidade do Porto já começou a preparar o 7º Campeonato Mundial Universitário de Floorball 2016. Entre os dias 7 e 8 setembro, uma delegação oficial da instituição acompanhou o Campeonato Mundial U19 da modalidade, em Madrid.
Em terras espanholas estiveram o diretor do Centro de Desporto da U.Porto (CDUP-UP), Bruno Almeida, e os dois coordenadores técnicos, Miguel Monteiro e Daniel Vieira, com o objetivo de exporem algumas questões logísticas e técnicas.
Durante dois dias a delegação reuniu-se com o Presidente e alguns membros da Federação Internacional de Floorball e com o Presidente da Federação Espanhola de Floorball, com o intuito de preparar o acolhimento deste evento internacional do Desporto Universitário que terá lugar na cidade do Porto, em 2016.
Bruno Almeida realçou que um dos principais assuntos abordados durante estes encontros foi a possibilidade de criação de um plano de formação desta modalidade em Portugal.
“Através da organização do CMU Floorball 2016, a U.Porto pretende ajudar a lançar esta modalidade em Portugal e vai, em conjunto com a FADU, fazer todos os esforços para que se comecem a organizar provas universitárias e escolares de Floorball”, esclareceu o diretor do CDUP-UP.
De recordar que a organização do evento foi atribuída à U.Porto pela Federação Internacional de Desporto Universitário (FISU) a 9 de novembro de 2013.
Em junho deste ano, na Cerimónia de Encerramento do 6º Campeonato Mundial Universitário de Floorball, Manuel Janeira, Pró-Reitor para o Desporto da Universidade do Porto, recebeu a passagem de testemunho para a organização da 7ª edição da competição.
É também de salientar que, no mesmo ano, Portugal será anfitrião do 10º Campeonato do Mundo Universitário de Karaté, que terá lugar em Braga, numa organização da Associação Académica Universidade do Minho.
No dia 22 de junho, Portugal recebeu duas passagens de testemunho para os Campeonatos Mundiais Universitários (CMU) que terão lugar no nosso país em 2016. A Universidade do Porto recebeu, em Singapura, a bandeira da Federação Internacional do Desporto Universitário (FISU) para o CMU Floorball e a Associação Académica da Universidade do Minho foi a Montenegro acolher o mesmo símbolo para o CMU Karaté.
Portugal jogou esta segunda-feira, 27 de junho, o primeiro jogo da fase de grupos do Campeonato Mundial Universitário de Andebol que está a decorrer em Málaga, Espanha. A seleção portuguesa universitária de andebol masculino perdeu pela margem mínima de 24-26 contra o Egipto num encontro equilibrado mas quase sempre dominado pela equipa adversária. Diogo Branquinho, Francisco Leitão, Miguel Baptista, Miguel Martins, Nuno Carvalhais, Pedro Carvalho e Ricardo Ramos integraram o sete inicial frente a uma seleção egípcia vitoriosa logo desde a primeira parte, ainda que com uma vantagem de apenas três pontos no final dos primeiros 30 minutos. A segunda metade do jogo continuou com domínio egípcio mas os portugueses conseguiram recuperar a quatro minutos do final, igualando o resultado para 23-23. A rapidez e a superioridade no 1x1 acabaram por garantir um resultado final de 24-26 a favor da seleção do Egipto.
Diogo Branquinho, da Universidade do Minho, foi o melhor marcador da seleção portuguesa universitária de andebol masculino, com nove concretizações na baliza adversária. Do Egipto, destaque para Shady Ramadan, com oito golos marcados.
Amanhã, 28 de junho, o segundo jogo de Portugal será contra a seleção romena, a partir das 15h30 (hora portuguesa) com transmissão em direto em www.wuchandball2016.com.
No Mundial Universitário de Andebol estão a competir 16 seleções vindas de 11 países (Coreia do Sul, Egipto, Espanha, Índia, Japão, Polónia, Portugal, Républica Checa, Roménia, Rússia, Taipe Chinesa e Uruguai).
Foi divulgada na passada quinta-feira, 16 de junho, a convocatória oficial das duas seleções universitárias de Futsal (Masculina e Feminina) que irão representar Portugal no Campeonato do Mundo Universitário de Futsal 2016, que se realiza em Goiânia, no Brasil, de 2 a 10 de julho.
O selecionador nacional Jorge Braz convocou 16 estudantes-atletas para cada uma das equipas - Masculina e Feminina – para o estágio de preparação que tem início este domingo, 19 de julho, em Aveiro. Segundo o técnico português este processo de trabalho está inserido numa visão global do futuro da modalidade: “O futsal universitário é um espaço de excelência para o desenvolvimento da modalidade em Portugal! Basta recordar a quantidade de internacionais A que começaram nas seleções universitárias. Na convocatória masculina, por exemplo, muitos atletas são internacionais Sub 19 e Sub 21, ou da seleção B. No conjunto feminino, muitas representam o desporto universitário e já têm como possibilidade imediata chegar à seleção A.” Após a primeira semana de estágio, a lista será reduzida ao número final de 14 estudantes-atletas por seleção.
A seleção masculina portuguesa tem um longo historial de participações em Mundiais tendo alcançado em 2008 o título de Campeão Universitário. Na vertente feminina, esta é apenas a quinta vez que o Mundial se realiza e Portugal participou em todas as edições. A seleção feminina já conquistou dois títulos de vice-campeã mundial universitária e um 3º lugar. Para o selecionador Jorge Braz a tarefa deste ano não é fácil: “O Mundial tem uma exigência elevadíssima, alguns países apresentam-se com seleções muito próximas do que são as formações A dos seus países. Do ponto de vista desportivo será uma prova de extrema dificuldade, mas simultaneamente será excelente para testar os níveis de superação destes estudantes-atletas.” Jorge Braz é prudente e já tem os objetivos bem traçados: “Neste momento temos de nos concentrar em passar as fases de grupos, em ambas as seleções, e ir vendo, etapa a etapa, até onde é possível avançar.”
Daniel Monteiro, presidente da FADU - Federação Portuguesa de Desporto Universitário, encara com elevada expectativa a participação nacional no Campeonato do Mundo Universitário de Futsal 2016: “São seleções que, apesar da média de idades ser baixa, têm um elevado nível de experiência, com jogadores (as) que contam já com várias chamadas às seleções nacionais mais jovens, o que vem comprovar a qualidade dos convocados (as).” Daniel Monteiro não esconde: “espero que consigamos, através destas duas selecções, passar a fase de grupos. Depois, entrando nos jogos a eliminar, tudo será possível!".
A comitiva nacional partirá para o Brasil a 1 de julho e a fase de grupos começa a 3 de julho para as mulheres e no dia seguinte para os homens. As finais realizam-se a 10 de julho.
Foi apresentada esta terça-feira, na Universidade de Coimbra, a 7ª edição do Campeonato Mundial Universitário de Canoagem 2016, que se realiza de 7 a 10 de junho em Montemor-o-Velho. A competição, a decorrer no Centro de Alto Rendimento, vai contar com a presença de países dos cinco continentes e cerca de 250 atletas.
Na seleção universitária portuguesa, divulgada também nesta ocasião, há 24 atletas estudantes (17 homens e sete mulheres) que pertencem a nove instituições de ensino superior, sendo a Universidade de Coimbra, com oito convocados, a que contribui com maior número de atletas que, na esmagadora maioria, residem em permanência no Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho. Francisca Laia é o nome mais conhecido da lista divulgada esta terça-feira, até porque é o único que está já apurado para os Jogos Olímpicos. Existem outros elementos sobre quem recaem muitas expectativas, uma vez que têm bons históricos a nível internacional nas categorias de juniores e sub-23.
“É a primeira vez que se organiza em Portugal um Campeonato do Mundo de Canoagem e este evento foi-nos atribuído em condições muito especiais e de urgência. Só a convergência de vários parceiros tornou esta organização possível”, congratulou-se Mário Santos, Presidente do Comité Organizador, aproveitando para saudar a forte união entre Universidade de Coimbra, Federação Académica de Desporto Universitário, Associação Académica de Coimbra, Federação de Canoagem e os Municípios de Montemor-o-Velho e Coimbra que permitiu trazer o evento para Portugal.
Os Mundiais Universitários de Canoagem estiveram inicialmente previstos para o mês de setembro, no México, mas acabaram por ser cancelados e Portugal aceitou o desafio para, em tempo recorde, organizar o evento.
Na cerimónia o Presidente da Federação Portuguesa de Canoagem, Vítor Felix, elogiou a capacidade de organização de todos os parceiros e destacou a presença na Seleção Nacional Universitária de alguns dos atletas que fazem parte dos convocados olímpicos que vão estar presentes no Rio de Janeiro, entre eles a estudante do 4º ano de Medicina, Francisca Laia.
No discurso de Daniel Monteiro, Presidente da FADU, foi salientado o Mundial Universitário de Canoagem como um evento estratégico. “Encaramo-lo assim porque representa a nossa estratégia de desenvolvimento da prática desportiva associada à formação superior. Defendemos que Portugal e as suas instituições são capazes de promover estas condições aos atletas para a definição de percursos que conciliem a vida académica com o fomento desportivo. Esta é a nossa aposta, é algo em que acreditamos como projeto de futuro.”
Em termos desportivos, Daniel Monteiro acredita que este é um evento que coloca definitivamente Coimbra no mapa do Desporto Universitário e nele deposita grandes expectativas em termos de resultados. O Presidente da FADU destacou ainda a forte parceria com a Federação Portuguesa de Canoagem afirmando que é um exemplo de colaboração para outras federações desportivas.
Por último, o Reitor da Universidade de Coimbra, João Gabriel Silva, deu ênfase ao investimento que a instituição está a fazer a vários níveis para a promoção do Desporto Universitário.“Esta prática representa para nós um ativo importante. Estamos a fazer a recuperação de infraestruturas como o Estádio Universitário e uma série de eventos que permitem dar condições e motivar todos para o desporto. O Mundial de Canoagem é mais um passo nesse sentido.
Em jeito de alegoria e aludindo às técnicas da modalidade, João Gabriel Silva afirmou que todos têm de estar alinhados e sincronizados, caso contrário é mais difícil obter resultados. ”Em Coimbra e em Portugal, de uma maneira geral, não somos muito conhecidos por conjugar estas vontades como aconteceu no caso da organização do Campeonato Mundial Universitário de Canoagem, por isso expresso a minha palavra de apreço para a conjugação de esforços e de interesses.”
A Cerimónia de Abertura do 7º Campeonato Mundial Universitário de Canoagem 2016 vai acontecer na terça-feira, 7 de junho, às 18 horas, no Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho. As provas realizam-se entre 8 e 10 de junho.
A última participação de Portugal no Campeonato Mundial Universitário de Canoagem foi em Kazan, na Rússia, em 2013, onde se destacou Fernando Pimenta em K1 ao vencer as provas de 500 e 1000 metros.
André Crispim e Gaspar Gonçalves começaram o Campeonato Mundial Universitário de Ciclismo, em Tagaytay, Filipinas, com um excelente desempenho, que lhes valeu o quarto e o sexto lugares, respetivamente, na prova de critério, disputada na madrugada desta quinta-feira, dia 17.
A corrida disputou-se ao longo de 30 voltas a um circuito duríssimo, num subir e descer constante, totalizando 50 quilómetros. "O circuito era tão difícil que a organização teve de reduzir o número de voltas previstas, passando a corrida de 80 para 50 quilómetros", explica o selecionador nacional de estrada, José Poeira.
Gaspar Gonçalves começou mais forte, batendo-se por pontuar nos sprints intermédios - no critério vence o corredor com maior número de pontos e não, obrigatoriamente, aquele que corta a meta em primeiro lugar. O lamecense pagaria esse esforço na fase final, perdendo fôlego nos últimos quilómetros.
"O André Crispim fez uma corrida em crescendo. Com o avançar da prova foi progredindo e somando pontos. Acabou por ser o segundo ciclista a cortar a meta, num pelotão completamente fracionado. Se a prova fosse mais extensa estou convencido de que conseguiria chegar ao pódio", avalia José Poeira.
Os lugares do pódio foram conquistados, em primeiro lugar, pelo atleta da casa Ryab Cayubit, com 19 pontos, seguido pelo alemão Alexander Weifenbach, com menos um ponto que o filipino. A medalha de bronze foi para o autraliano Cyrus Monk (11 pontos). André Crispim somou 8 pontos, o que lhe valeu a quarta posição, mais dois do que o compatriota Gaspar Gonçalves, que foi sexto entre os 47 participantes.
André Crispim e Gaspar Gonçalves competem amanhã na prova de fundo do Campeonato Mundial Universitário de Ciclismo. É uma corrida de 128 quilómetros, com início às 4h00 (hora portuguesa).
Em ano de Europeus Universitários, a Federação Internacional do Desporto Universitário (FISU) já está a preparar os organizadores dos Mundiais Universitários de 2016 no Seminário “Comités Organizadores”, que terminou dia 8, em Bruxelas. Portugal esteve representado pela Federação Académica do Desporto Universitário (FADU), pela Associação Académica da UM (AAUM), pela Universidade do Minho (UM) e pela Universidade do Porto (U.Porto).
Em 2016, o Porto vai receber o Campeonato Mundial Universitário (CMU) de Floorball e, em Braga, vai decorrer o CMU de Karaté, motivos que levaram a delegação de cada cidade a Bruxelas. Ambas as organizações contam já com experiência na realização de provas internacionais, que permitiu que também estas tenham partilhado o seu conhecimento.
Fernando Parente, diretor do Departamento de Desporto e Cultura (DDC) da UM, e Bruno Almeida, diretor do Gabinete de Desporto da U.Porto, foram convidados pela FISU para fazerem uma apresentação sobre serviços e sobre recursos humanos, respetivamente, e darem as suas perspetivas sobre a organização dos CMU’s de Andebol (em Braga) e de Voleibol de Praia (no Porto).
A presidente da FADU, Filipa Godinho, também presente nesta iniciativa, considera a participação portuguesa um reflexo da sua capacidade de organizar eventos internacionais. “Portugal tem-se destacado nas organizações de campeonatos do mundo universitários. Prova disso são os vários convites que os representantes de cada CMU têm recebido para, nestes fóruns formativos, apresentarem as suas estratégias organizacionais e recomendações”, explica.
A FISU pretende, com este seminário, dar a conhecer a própria federação aos seus membros e promover uma maior cooperação nos seus eventos. Nos três dias de iniciativa, foram debatidos temas como protocolo, finanças, comunicação e marketing, recursos humanos e médicos, entre outros.
Presentes estiveram a presidente e o secretário geral da FADU, Filipa Godinho e Manuel Veloso, o vice-presidente da AAUM, Domingos Martins, o administrador dos Serviços de Ação Social da UM, Carlos Silva, membros do DDC da UM, Fernando Parente e Gabriel Oliveira, e os membros do Centro de Desporto da U.Porto, Bruno Almeida, Daniel Vieira e Miguel Monteiro.