'Foi um grupo competitivo e não foi fácil ganharem-nos' - Hugo Ferreira

 

 

A cidade polaca de Bydgoszcz seria o palco do Campeonato Mundial Universitário de Mind Sports se a pandemia de covid-19 não tivesse trocado os planos da organização. Dadas as condicionantes, os tabuleiros reais deram lugar aos tabuleiros virtuais e a Seleção Nacional Universitária de Xadrez acabou por… jogar em casa. Hugo Ferreira, estudante-atleta do Instituto Politécnico de Tomar, integrou a lista de selecionados, ele que soma um título de campeão nacional universitário e três de vice-campeão. 

 

Com que expectativas ias para esta competição?

Hugo Ferreira (HF) – As expectativas para este torneio foram as mesmas que levo para qualquer torneio onde participe. Preocupo-me em fazer o meu melhor, obter a classificação mais elevada e ganhar cada jogo.

 

O que achaste do nível competitivo?

(HF) – Podemos encontrar de tudo num campeonato mundial. Temos jogadores com nível de alta competição como o Manuel Petrosyan, jogadores fortes mas que ainda não chegam ao nível profissional, e temos jogadores que jogam pelo gosto do jogo e como hobby.

 

O facto de ter sido competição online condicionou a participação ou nem por isso?

(HF) – Na minha opinião influencia bastante. Normalmente, quando jogamos online, a grande maioria dos jogadores não joga mais do que cinco minutos, ou seja, jogamos o xadrez rápido.  Presencialmente temos outra postura, estamos mais focados, mais concentrados, demoramos mais tempo a pensar em cada jogada. Para mim é completamente diferente olhar para o tabuleiro presencialmente ou de forma digital.

 

Os formatos online são na tua opinião uma boa alternativa em tempos de pandemia?

(HF) – Claramente que é a melhor alternativa nestas situações. Eu tenho sempre receio que os meus adversários não sejam honestos, mas isso é porque já ando neste ‘mundo do xadrez' há algum tempo e já vi muita batota. Sempre que possível, prefiro jogar de forma presencial.

 

O que achaste do grupo selecionado para representar Portugal?

(HF) – Já nos conhecemos todos há muitos anos. Por exemplo, eu, o Henrique e o Tiago já nos conhecemos há cerca de 10 anos. Eu jogo xadrez há quase 15 anos. Assim é normal já estarmos entrosados, temos respeito mútuo e temos consciência do que cada um vale. Foi um grupo competitivo e não foi fácil ganharem-nos. Poderia haver mais dois ou três jogadores nacionais, como o André Sousa, André Fidalgo ou a Rita Jorge, que dariam mais força à equipa, mas foi este o grupo, nós jogámos com o que tínhamos.

 

Faz um balanço da participação portuguesa.

(HF) – Eu tinha confiança que era possível chegar à segunda fase, mas tínhamos todos noção da realidade. Foi uma modalidade nova de jogar e não tínhamos muita informação dos nossos adversários, que é importante. Para a próxima já temos esta experiência e iremos conseguir fazer ainda melhor. Podemos dizer que cumprimos a nossa obrigação e o grupo fez o melhor que conseguiu nestas circunstâncias.

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