Opiniões

Podcast #JogarADobrar - CMU Futsal #3

 

podcast #JogarADobrar no Campeonato Mundial Universitário de Futsal, em Almaty, no Cazaquistão, à conversa com as atletas da Seleção Nacional Universitária feminina. 

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Podcast #JogarADobrar - CMU Futsal #1

 

O podcast #JogarADobrar na abertura do Campeonato Mundial Universitário de Futsal, em Almaty, no Cazaquistão, à conversa com Manuel Mesquita e Bruno Santos, sobre a experiência de participação em Mundiais Universitários. 

 

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À conversa com Ivo Carvalhosa

À direita na imagem

 

A FISU - Federação Internacional do Desporto Universitário, lançou em Abril uma bolsa de formação que possibilitava a um estudante frequentar um mestrado em Gestão Desportiva, na Russian International Olympic University (RIOU). Ivo Carvalhosa, licenciado em Ciências do Desporto pela Faculdade de Desporto da Universidade do Porto e com um mestrado e pós-graduação na mesma área na Universidade do Minho, concorreu com o suporte da Federação Académica do Desporto Universitário e foi o escolhido a nível mundial. A "aventura" começou em Setembro e a FADU foi saber como estão a correr os primeiros dias. 

 

FADU: Apesar do programa ter começado há relativamente pouco tempo, como estão a ser os primeiros dias na RIOU e a adaptação, tanto à cidade como à instituição?

 

Ivo Carvalhosa: Tal como foi dito, a minha chegada à Rússia, mais precisamente a Sochi, foi relativamente há pouco tempo, sendo por essa razão ainda difícil avaliar na plenitude todo o potencial e energia desta região e mais concretamente desta belíssima cidade. Uma coisa é certa, graças à informação que pude recolher até ao momento, a cidade evoluiu de uma forma exponencial nos últimos 10 anos devido ao acolhimento dos Jogos Olímpicos de Inverno em 2014, ou seja o legado deixado pelo Jogos é deveras impressionante, do qual surgiu também a própria instituição onde tenho a sorte de ter sido acolhido. A RIOU é um dos ex-libris do legado olímpico. A par disso, a adaptação à cidade também se tornou mais fácil graças ao apoio prestado pelos responsáveis pelo grupo de alunos internacional.

 

FADU: Antes de surgir esta oportunidade, tinhas já como objetivo prosseguir estudos no estrangeiro? Ou essa vontade surgiu apenas com esta oportunidade?

 

Ivo Carvalhosa: Sim, o meu objetivo sempre passou por poder continuar os meus estudos no estrangeiro, pois já possuo um número suficiente de diplomas superiores em Portugal. Por isso esta possibilidade é dessa forma o chamado "ouro sobre azul" para os meus objetivos futuros de especialização em Gestão Desportiva, com elevada dimensão internacional. Tenho acima de tudo, em primeiro lugar, que agradecer ao meu diretor no departamento desportivo dos SASUM,  que foi uma inspiração, bem como um excelente exemplo, professor Fernando Parente, e também a confiança em mim depositada pelo atual presidente da FADU, Daniel Monteiro.

 

 

FADU: Face à tua formação académica e à tua experiência profissional, o que consideras que este mestrado pode contribuir para o teu futuro?

 

Ivo Carvalhosa: Tendo em conta o nível de excelência e exigência desta universidade e acima de tudo, o facto de os professores que fazem parte do nosso plano curricular serem os líderes mundiais nos seus específicos campos de trabalho, passando pela gestão estratégica desportiva, marketing desportivo ou economia desportiva, acredito que este mestrado vai sem dúvida acrescentar uma “camada” sólida de conhecimento específico, relativamente não só ao presente mas também ao futuro do desenvolvimento do desporto global e do seu crescimento.

 

FADU: De que forma é que o desporto universitário foi fulcral na definição do rumo que queres dar à tua carreira profissional?

 

Ivo Carvalhosa: Foi de forma incontestável que o desporto universitário e todos os seus atores com os quais tive a sorte de me cruzar fizeram crescer em mim esta vontade de enveredar pela gestão desportiva de topo, para poder ajudar a desenvolver este tipo de eventos e ideias no mundo académico e poder difundir estes valores de desportivismo, comunhão com novas culturas, esforço, dedicação e vontade de vencer, para mais e mais estudantes.

 

FADU: De que forma é que o desporto universitário funcionou como uma mais valia no teu percurso académico, ou seja, se os desafios que te foram sendo colocados no desporto serviram para fazer face aos desafios académicos?

 

Ivo Carvalhosa: O desporto universitário é o exemplo máximo de que com verdadeira dedicação e paixão pelo que gostamos de fazer tudo pode ser atingido, sendo que os nossos atletas são uma inspiração para qualquer indivíduo da nossa sociedade, conseguindo combinar as exigências do desporto de alto nível com o esforço imposto para conciliar com o seus percursos académicos. É assim que posso explicar a minha atitude perante as várias etapas da vida, tendo em mente que sem bravura e verdadeira determinação para trabalhar, poucas coisas podiam ser atingidas.

 

À conversa com Fernando Parente

Fernando Parente foi eleito no passado mês de novembro para o cargo de assessor no Comité Executivo da Federação Internacional do Desporto Universitário (FISU). O diretor desportivo dos Serviços de Ação Social da Universidade do Minho (UM) e também docente é já uma habitual figura do desporto universitário (DU) tanto a nível nacional como internacional. Paralelamente ao seu trabalho a serviço da UM, Parente é membro da Comissão do Desporto Para Todos do Comité Olímpico de Portugal, desde 2012, secretário da Comissão de Controlo Internacional da FISU, desde 2008, e membro do Comité Executivo da Associação Europeia de Desporto Universitário (EUSA), desde 2012.

 

 

25 anos de trabalho no Desporto Universitário

Como se envolveu no mundo do desporto universitário?

A relação com o DU deu-se desde os primeiros tempos de faculdade, em 1988, a colaborar e a participar nas iniciativas da AE do Instituto Superior de Educação Física do Porto (posteriormente FCDEF e agora FADEUP). Acabei por integrar a AE, curiosamente através de um convite que foi feito ao mesmo tempo, a mim e ao Duarte Lopes, atual quadro da Universidade de Lisboa e que recentemente liderou o grupo de trabalho criado pelo governo para a “Carreira Dual”. Nos anos seguintes tive uma progressão associativa que me levou a Presidente da AE, Direção da Federação Académica do Porto (FAP) e a Vice-Presidente da FADU. Foram momentos de grande envolvimento e intensidade. O DU estava a virar uma nova página com a criação da FADU no início dos anos 90.

 

Como caracteriza o DU de há 25 anos? Como estava organizado?

Havia, no final dos anos 80, três grandes polos universitários e três grandes clubes que concentravam a atividade do DU: o Centro Desportivo da Universidade do Porto (CDUP), a Associação Académica de Coimbra (AAC) e o Centro Desportivo da Universidade de Lisboa (CDUL). A atenção dada ao DU por parte destes clubes (muito vocacionados para o desporto federado) era quase inexistente e, com o aparecimento das novas IES e suas AAEE, tudo se começou a colocar em causa, inclusive a Federação Portuguesa de Desporto Universitário (FPDU). A FPDU acabou por ser extinta e deu lugar à FADU, embora este processo não tenha sido muito pacífico, nomeadamente porque CDUL e CDUP deixavam de ser associados, dando o seu lugar à AAL e FAP que acabavam de ser criadas nesta altura, embora no caso do CDUP a situação de bloqueio não se tenha registado. Os anos 80 e 90 foram difíceis, nomeadamente de afirmação do DU, pois todos os “líderes de opinião” do desporto em Portugal, em regra, passavam uma imagem muito negativa do DU e, na maior parte dos casos, eram pessoas que teriam passado por este fenómeno e alguns com grande influência no passado e neste tempo, em termos de desenvolvimento desportivo. Esta última situação sempre me incomodou muito, mas nunca deixei de acreditar que a prática desportiva dos estabelecimentos de ES pudesse ser uma realidade valorizada e bem aceite. Felizmente, já após a criação da FADU, a U.Porto criou um grupo de trabalho com o objetivo de desenvolver o desporto nesta Universidade, nomeadamente na criação de programas, eventos e apoio às AE. Foi com este grupo de pessoas que mais aprendi e estou seguro que este programa, influenciou muito o que temos hoje em dia em muitas academias e mesmo no que a FADU viria a ser a partir desse momento.

 

Como viu a FADU surgir?

Embora não estando diretamente envolvido na criação da FADU, acompanhava de perto “os trabalhos”. A FADU aparece por motivações de representatividade democrática de todo o movimento associativo e de uma vontade em mudar o ambiente que se vivia nesta altura. A FPDU era uma federação de “gente” envelhecida com a qual os dirigentes associativos não se revia, que não estava motivada para a competição desportiva universitária e prática regular de todos os estudantes do ensino superior. Os responsáveis e muitos dirigentes dos três grandes clubes universitários tinham interesses muito particulares nas suas modalidades federadas e instalações dos três Estádios Universitários e tentaram por todos os meios travar a mobilização das AE, no entanto, a AAC e em certa medida o CDUP facilitaram o processo, assim como o Governo no que tocou à representatividade internacional da FADU na FISU por “troca” da FPDU.

 

Quais os principais desafios do DU atualmente?

Evoluímos muito nos últimos 25 anos, no entanto, penso que a afirmação do DU passa pela criação de serviços desportivos nos estabelecimentos de ES, com instalações próprias e técnicos qualificados, que trabalhem em proximidade com as AE e em estreita cooperação com todos os agentes desportivos locais e regionais, fundamentalmente para aumentar a quantidade e qualidade da prática desportiva. Ao nível da FADU penso que é necessário o desenvolvimento de parcerias com todo o movimento desportivo federado no sentido de haver um trabalho de complementaridade na calendarização de competições, promoção da prática desportiva e desenvolvimento estratégico no âmbito do alto rendimento desportivo e carreira dual. Neste último ponto, sabemos que a FADU tem feito um esforço tremendo, mas que muitas vezes não é correspondido, erradamente, por parte de algumas federações.

 

A AAUM/UM tem alcançado muitos sucessos no DU. Como explica este crescimento deste clube da FADU no DU nacional e internacional?

O projeto na UM tem 21 anos. O sucesso explica-se fundamentalmente porque os decisores do processo de desenvolvimento têm estado alinhados num conceito de “desporto para todos”, qualidade de prática e relação com os agentes desportivos. Todos os Reitores, Administradores para a Ação Social e Presidentes da Associação Académica têm trabalhado e cooperado com o objetivo de valorizar todos os membros da academia e a afirmação desportiva da Universidade. É um processo já de longa data, sempre em constante construção, mas que procura mais e melhores desportistas e com valorização da experiência académica dos seus estudantes.

 

 

Carreira Académica

Estudou no Porto, Lyon, Minho, Madrid e Lisboa. O que despertou a sua vontade para frequentar todas estas formações?

Tive a sorte de entrar no ISEF do Porto e ter excelentes professores que me passaram bem a mensagem de que a formação é um processo inacabado. Fui apanhando oportunidades após concluir a licenciatura, como o 1º Mestrado de Gestão das Organizações Desportivas patrocinado pelo Comité Olímpico internacional e algumas pós-graduações mais específicas no âmbito da Gestão do Desporto que me deram um excelente conhecimento e contactos com colegas que foram e têm sido fundamentais para a minha aprendizagem (inacabada).

 

Atualmente encontra-se a fazer Doutoramento em Desporto. O que foca a sua tese?

O estudo que desejo terminar tem a ver com a relação entre a prática desportiva e o sucesso académico e vem na continuidade do estudo que fiz no segundo mestrado na UM. É uma área que me fascina e que espero que traga resultados consistentes, tal como outros estudos realizados a nível internacional e que indicam que a prática desportiva é um fator de influência positiva sobre a “carreira” e vivência académica dos estudantes do ensino superior.

 

É professor de Gestão do Desporto, que dificuldades encontra esta área em Portugal? Que mudanças são necessárias fazer na organização do Desporto português?

Pontualmente vou dando aulas e ações de formação na área da gestão do desporto, obriga-me a estar atualizado. Não temos evoluído muito no nosso modelo de organização desportiva, diria mesmo que temos estado quase parados. O desporto português para melhorar os seus índices de participação e resultados internacionais necessita fundamentalmente de organização, de acabar com sobreposições de responsabilidades na fase da formação desportiva do atletas, maior exigência nos resultados na disciplina de educação física e desporto escolar, maior responsabilização da atividade dos agentes desportivos. Necessitamos de objetivos, metas a médio e a longo prazo, se não as tivermos não haverá avaliação… não haverá evolução.

 

 

 

DU internacional

Organizou vários eventos internacionais em Portugal. O que motivou as várias candidaturas (desde 1998 até agora)? Sente que Portugal é reconhecido internacionalmente como um bom país anfitrião?

As organizações que já recebemos são trabalho de muita gente, fundamentalmente de voluntários com compromisso sério e com grande motivação, este tem sido o fator de sucesso. O saber receber bem, comunicar bem os eventos, ter tido um excelente apoio da FADU, das Câmaras Municipais de Braga e Guimarães, da Reitoria, dos SASUM e AAUM tem proporcionado excelentes condições para bem receber os participantes e proporcionar condições acima dos requisitos exigidos por EUSA ou FISU. Portugal hoje é reconhecido na instância internacional por organizar eventos de forma excelente.

 

Acompanhou várias delegações de Portugal às Universíadas de Verão. Considera que Portugal tem apostado nas modalidades certas?

Portugal tem participado muito bem e em regra com as modalidades mais motivadas para o desenvolvimento desportivo. As Universíadas e os CMU’s são os melhores momentos para dar experiência aos atletas que estão em percurso para o alto rendimento. Por outro lado as Federações Desportivas, e muitas vezes os clubes, têm que perceber que há vida para além do desporto e têm que facilitar a integração académica dos seus estudantes e viver a experiência de participar em eventos desportivos universitários. A FADU tem tido um trabalho notável de motivar todas as federações a participar nestas competições, mas infelizmente a resposta por parte de algumas não tem correspondido às expectativas.

 

Foi eleito, em 2012, para a Comissão Executiva da EUSA. Qual a motivação da sua candidatura?

Em 2012 fui convidado pela FADU para arriscar uma eleição para a EUSA. Penso que estava na altura de arriscar, após estar 4 anos na Comissão Internacional de Controlo da FISU. A motivação tinha mais a ver com o facto de Portugal dar um excelente contributo e a FADU ser sempre das federações mais ativas e não ter uma voz neste centro de decisão para poder influenciar de forma decisiva algumas questões que achamos que têm que ser melhoradas. Na diversidade dos parceiros existem fantásticos exemplos com os quais podemos aprender e adaptar ao nosso país. Por outro lado temos a oportunidade de debater a situação atual, poder melhorar e influenciar questões que se traduzam em desenvolvimento para a FADU e para Portugal. O posicionamento internacional de representantes portugueses é absolutamente fundamental e deve ser encarado como uma forma de pressão para melhorar e para que o País ganhe com isso. Se todos os portugueses que estão em organismos internacionais assim pensarem Portugal vai melhorar e muito, tenho absoluta certeza.

 

 

Foi eleito para a FISU, onde já era membro e secretário da Comissão Internacional de Controlo. Em que consiste o cargo de assessor? O que espera desta experiência?

 

Espero levar para a FISU as questões fundamentais e das quais nunca nos deveremos esquecer, nomeadamente o que deve ser prática desportiva dos estudantes do ES, a valorização do trabalho dos dirigentes locais, nacionais e Federações Desportivas Universitárias e como não poderia deixar de ser, a qualidade e visibilidade dos programas e eventos da FISU. Como assessor terei assento no Comité Executivo para debater todas as questões gerais da FISU e a participação mais específica em comissões de natureza estratégica e de desenvolvimento. Em fevereiro será decidida a composição das diferentes comissões e aí sim, teremos uma ideia mais clara dos projetos  desenvolver e metas a alcançar. Para já fica prometido muito trabalho, a valorização da FADU e de Portugal.

Sofia Costa - Opinião

Sofia Costa iniciou, em 2008, o Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas na Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa e, em 2012, integrou a Direção da Associação dos Estudantes da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa como vogal do Departamento Desportivo. No mesmo ano foi eleita como vogal da Direção da Associação Desportiva do Ensino Superior de Lisboa (ADESL), passando a vice-Presidente do mesmo órgão no ano seguinte. Desde 2012 até ao presente é Delegada Eleita à Assembleia Geral da FADU, sendo um dos elementos mais ativos do órgão.

“A minha experiência nos Campeonatos Universitários de Lisboa”

Participo nos Campeonatos Universitários de Lisboa (CUL) desde o primeiro ano de faculdade, na modalidade de voleibol. Ouvi falar da competição através de uma colega mais velha, que apesar de federada, como eu, também participava.

Inicialmente foi estranho: os campeonatos e as equipas tinham uma organização muito diferente da que estava habituada, mas rapidamente passei dar muito valor à competição universitária.

Encontrei nos treinos universitários um mundo diferente, sem a pressão constante do rendimento, como acontece na competição federada. Era nestes treinos que mais descontraía e, a pouco e pouco, a competição universitária foi ganhando um lugar próprio nas minhas prioridades. Senti-me integrada numa verdadeira equipa e os resultados foram aparecendo.

Lembro-me da primeira vez que nos apurámos para a final dos CUL: foi uma festa! Estar no centro das atenções numa semana tão importante encheu-nos de orgulho.

A semana das Fases Finais, que acontece geralmente em Março, leva centenas de pessoas ao Estádio Universitário de Lisboa entre atletas, treinadores, dirigentes, árbitros, e espetadores. Poder participar nesta Fase Final, e talvez até nos Campeonatos Nacionais Universitários, é algo com que todas as equipas sonham e para o qual lutam durante todo o ano. É sobretudo nesta fase que mais se faz sentir a competição entre Faculdades/Universidades e isto foi muito importante no sentido de estimular o sentimento de pertença à minha Faculdade. A competição universitária não é só uma “competição amigável”, pelo contrário, pode ser extremamente competitiva.

Anos mais tarde, ao conseguirmos o desejado título de Campeãs Universitárias de Lisboa, não podíamos estar mais felizes com a coroação do nosso esforço. É uma sensação maravilhosa, a de ver recompensado todo o tempo investido nos treinos e nos jogos da fase regular.

Os CUL representam o desporto e a competição a milhares de estudantes todos os anos. São uma prova de excelência, e não apenas uma forma de apuramento para os Campeonatos Nacionais Universitários. Sinto hoje que ganhei muito com a minha participação nos CUL.

O Desporto Universitário é, hoje em dia, um espaço muito importante para mim, com tantas memórias boas, tantas coisas que aprendi nos jogos e nos treinos, tantas vitórias, derrotas e finais perdidas, tantas emoções à flor da pele.

Sofia Costa

Podcast #JogarADobrar - CMU Futsal #2

 

podcast #JogarADobrar no Campeonato Mundial Universitário de Futsal, em Almaty, no Cazaquistão, à conversa com Pedro Palas, técnico nacional masculino e Emídio Rodrigues, técnico nacional feminino. 

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À conversa com Amaro Teixeira

 

Amaro Teixeira é atleta universitário (sagrou-se há dias campeão nacional universitário dos 5000m marcha em pista coberta), mas é também técnico de atletismo, no mundo universitário e a nível federado. Recentemente, Amaro Teixeira foi distinguido pela Federação Portuguesa de Atletismo como um dos dez treinadores do ano nas camadas jovens. A FADU esteve à conversa com Amaro Teixeira, para perceber a influência do desporto universitário na sua carreira e para conhecer quais as suas ambições e sonhos no atletismo. 

 

FADU: Referes em entrevistas anteriores que o desporto universitário foi o que te fez definitivamente apostar no atletismo. Foi no desporto universitário que deu definitivamente “o clique” para apostares no atletismo e numa carreira mais sólida e posteriormente como treinador?

 

Amaro Teixeira (AT): O desporto universitário realmente mudou-me e fez-me apostar mais a sério no atletismo, mas o que quero dizer é que isto aconteceu devido a ter sido no desporto universitário que me iniciei na disciplina do atletismo de marcha atlética, e os resultados que fui alcançando e os tempos que fui melhorando é que me fizeram querer apostar mais enquanto atleta e a pensar na alta competição e em querer chegar aos jogos olímpicos. Eu sempre apostei muito no atletismo e ia continuar a apostar mas ter descoberto a marcha atlética mudou a minha vida e isso foi devido ao desporto universitário. Tenho também tentado conciliar a carreira de treinador com a de atleta, mas não é fácil, o desporto universitário também foi fundamental para a minha carreira de treinador, aos poucos fui treinando mais atletas e fico satisfeito pelos resultados até agora alcançados.

 

FADU: Também como treinador os teus primeiros passos foram no desporto universitário. Como tens acompanhado o desenvolvimento do desporto universitário ao longo dos anos?

 

AT: Como já referi o desporto universitário foi essencial para mim, enquanto treinador foi onde comecei a orientar atletas e depois surgiu a hipótese de treinar atletas mais jovens que ainda não pertenciam à universidade. O desporto universitário tem tido um grande desenvolvimento e tem ganho mais importância, mas ainda há professores que mesmo havendo estatuto de atleta-estudante, não olham para o desporto como deviam. Há também realidades e estruturas bem diferentes a nível nacional e as universidades têm tentado estar mais competitivas, criam até medidas para favorecer os melhores atletas. O desenvolvimento é positivo e falando da estrutura da Universidade da Beira Interior, o nosso crescimento tem sido bastante positivo e é fruto de uma boa estrutura que tem sido implementada desde há vários anos, é verdade que podemos querer sempre melhores condições, mas é também verdade que poucas universidades têm uma estrutura como a nossa.

 

FADU: Se tivesses que apontar algumas das vantagens de praticar desporto durante a carreira académica, quais é que apontarias? O que é que em ti, sentes que o desporto universitário te ajudou enquanto estudante?

 

AT: O desporto seja a que nível for, faz uma pessoa libertar-se e tentar superar as suas dificuldades. É uma maneira saudável de ocupar o tempo e ao mesmo tempo fazer amizades e conhecer novos sítios. Seja na universidade ou fora o desporto na minha opinião tem sempre efeitos positivos, e o desporto universitário com uma boa estrutura por detrás é fundamental para que um atleta não abandone a prática desportiva e no meu caso ajudou-me a descobrir a disciplina da marcha atlética, que é onde tenho conseguido ter uma grande evolução e algum destaque no panorama nacional. Enquanto estudante, e sendo natural dos Açores, ajudou-me a manter-me sempre ocupado e motivado para tudo.

 

 

FADU: De que forma é que o facto de competires te ajuda depois no teu papel enquanto treinador? Consideras que vais melhorando como treinador com a experiência enquanto atleta?

 

AT: Ser atleta desde os 13 anos ajudou imenso, pois a perceção que temos das situações é totalmente diferente, conseguimos compreender melhor as sensações dos atletas e pensar os treinos e competições como se tivéssemos no lugar deles. Quem me conhece sabe que esforço, dedicação e espírito de sacrifício são características essenciais enquanto atleta e tento transmitir isso, fazendo com que eles percebam que se forem dedicados os resultados vão aparecer.

 

FADU: Recebeste em 2016 uma distinção enquanto treinador de atletismo juvenil, por parte da Federação Portuguesa de Atletismo. O que significa para ti esta distinção?

 

AT: Para mim significa muito, eu tenho-me dedicado muito à modalidade e os resultados têm aparecido. Poder ajudar os atletas a superarem-se, a conseguirem alcançar os seus objetivos e alcançarem metas que pareciam impossíveis. Desde que eles gostem e sejam dedicados eu fico muito motivado com os seus resultados. Também fico orgulhoso de eles conseguirem algo que eu não consegui com a idade deles. Ajudá-los nas suas conquistas é muito satisfatório. Sou também o primeiro treinador do distrito de Castelo Branco a receber uma distinção do género por parte da FPA e acredito que mais poderão conseguir.

 

FADU: Portugal atravessa agora uma fase de menor fulgor no meio-fundo. Do que vês nos escalões mais jovens, há matéria-prima para voltar aos bons resultados em breve?

 

AT: Penso que no meio-fundo e noutras disciplinas, esta fase deve-se aos fatores que levam a que os jovens não continuem a praticar a modalidade. Hoje em dia muitos abandonam a prática quando entram para a universidade ou quando já não conseguem ter tempo para treinar o que queriam, acho que também esta geração da internet, tablets, entre outros dispositivos que há 20/30 anos não existiam também tem grande influência nos hábitos e nos interesses dos jovens. Ainda assim vão aparecendo alguns jovens com vontade e focados no que querem, mas se quando entrarem ou após saírem da universidade não tiverem um bom grupo de apoio acabam por desistir. Portanto a minha resposta é que existem jovens com grande qualidade, o problema principal é eles conseguirem ter condições e motivação para chegarem a atletas seniores internacionais, porque à medida que vão crescendo vão exigir mais do corpo, do descanso e nem toda a gente consegue, fora ainda os fatores externos à modalidade.

 

Entrevista a José Mendes

 

José Mendes foi o primeiro estudante-atleta a participar com as cores portuguesas num Campeonato Mundial Universitário de Ciclismo. Em 2006, o aluno de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores na Universidade do Minho conquistou o 17º lugar. Nessa altura, ainda estava a construir o seu percurso para ser um profissional da modalidade e, refere várias vezes, o importante papel da instituição de ensino no apoio à atividade letiva e desportiva.

 

Foi logo em criança que se dedicou ao Ciclismo. O que despertou a sua paixão pela modalidade?
 
O meu pai sempre praticou ciclismo, não como profissional, apesar de ter participado em algumas provas, mas por lazer e acabou por me passar esse gosto pela bicicleta. Ainda tinha 11 anos quando fiz uma primeira prova e, a partir daí, fiquei a gostar e depois foi um desenrolar normal. Passei por um crescimento normal já tendo como objetivo ficar profissional.
 
 
Na sua opinião, quais as características que definem um bom ciclista?
 
Há vários tipos de ciclista, uns que são melhores para o sprint, outros para a montanha, outros mais completos e são especialistas para grandes provas por etapas. Eu pessoalmente prefiro os ciclistas que conseguem disputar as grandes voltas e conseguem ser completos. Existem vários tipos de ciclistas, que são muito bons, mas cada um na sua especialidade.

 

Foi o primeiro estudante-atleta a participar num Campeonato Mundial Universitário de Ciclismo. O que representou para si esta participação? 

Foi uma experiência muito importante. Na altura foi numa fase crucial da minha carreira, estava entre os estudos e a prática de ciclismo, e o facto de me darem a oportunidade de participar numa prova tão importante, foi muito importante para mim. Foi muito importante ter feito essa participação e sentir o apoio tanto do meu clube, como da universidade que se dispôs para que eu tivesse as condições para estar presente nesse evento. 

 

Que expectativas tinha e que nível encontrou? E como caracteriza a organização da prova comparando com as provas em que habitualmente participa?

 
Na altura não sabia o que me iria esperar. É certo que o nível competitivo, se compararmos com pelotão profissional, é diferente porque, embora hoje em dia já se tenha mais ajuda para conciliar o desporto de alta competição com a universidade, é sempre complicado conseguir render ao máximo nas duas áreas. Mas foi uma prova importante e encontrei lá corredores com uma excelente condição física e acabou por ser uma prova bastante competitiva.
 
 
Na altura estudava Engenharia Eletrotécnica e de Computadores na Universidade do Minho. Como conciliou os estudos com a carreira desportiva?
 
Ainda estava na fase em que não era profissional e aí assim, com muita ajuda da Universidade do Minho, conseguia conciliar as duas coisas. Não era fácil render o melhor no ciclismo, mas tive muito apoio e nessa fase foi possível conciliar. A partir do momento em que passei para profissional, tive que optar pelo profissionalismo e congelar a matrícula na universidade.
 
 
 
 
Atualmente, os corredores André Crispim e Gaspar Gonçalves estão em Tagaytay, nas Filipinas, para competir no Campeonato Mundial Universitário de Ciclismo, numa parceria entre a FADU e a FPC. O que pensa desta relação entre a Federação Portuguesa de Ciclismo e a Federação Académica do Desporto Universitário? Considera que o Desporto Universitário tem um papel relevante na carreira de um atleta?
 
É muito importante haver essa cooperação entre federações para que os atletas possam ser ajudados tanto na parte universitária, como na parte do ciclismo. O facto de darem a oportunidade de participarem num evento como este é muito importante para a carreira de um atleta. É sempre uma honra para o atleta poder participar.
 
 
Portugal vai organizar o próximo Mundial Universitário de Ciclismo, em 2018, no Minho (Braga) precisamente a região onde nasceu. O que espera desta organização e que contributo pode deixar para a modalidade?
 
É sempre de louvar o facto de termos conseguido atrair um evento de nível mundial para a nossa região e não tenho dúvidas que as entidades que estão envolvidas, irão organizar um excelente evento.

 

 

 

À conversa com… Rui Fonseca

25 anos depois da fundação da Federação Académica do Desporto Universitário (FADU), Rui Fonseca relembra como surgiu o movimento que ambicionou devolver o desporto universitário (DU) aos estudantes. Para o presidente da Comissão Instaladora, é a atitude dos seus dirigentes que confere à FADU a credibilidade e reconhecimento a nível nacional e internacional.


1. Quais eram os anseios do movimento associativo quando decidiram procurar outra solução para o desporto universitário que não, a até então, gestão feita pela Federação Portuguesa do Desporto Universitário (FPDU)?
Numa frase curta mas reveladora, diria que o grande objetivo era devolver o DU aos estudantes. O modelo de gestão para o DU que existia na altura apenas justificava a existência da FPDU e não garantia qualquer tipo de evolução, quer qualitativa quer quantitativa. Por outro lado, a Lei de Bases para o Desporto obrigava as Federações Desportivas a adaptarem-se a uma nova realidade.
O movimento associativo rapidamente percebeu que tinha que agir em defesa do futuro do DU em Portugal e, de reunião em reunião, começámos a definir um modelo que garantisse a prática do desporto pelos estudantes do Ensino Superior (ES) nas estruturas de ensino onde estavam inseridos. Com esta premissa organizavam-se posteriormente campeonatos locais, regionais e nacionais, podendo estes últimos garantir uma participação em campeonatos internacionais.

2. Que valores defendiam na altura?
Ética, transparência, seriedade, justiça, responsabilidade, coerência... enfim, todos os valores que os jovens idealistas normalmente defendem e pelos quais estão dispostos a lutar até "ao fim". A FADU foi pioneira quando limitou os mandatos dos seus dirigentes, foi a primeira Federação em Portugal a criar estatutos com essa regra. Foi a consequência lógica da forma de estar e pensar dos elementos ligados à criação da FADU.

3. Quem constituía este movimento? Como aconteceu liderá-lo?

O movimento associativo que esteve na origem da FADU era constituído por todas as Associações Académicas (AA) e de Estudantes (AE) ligadas às universidades existentes no país, das quais algumas designaram um representante para integrar a Comissão Instaladora. Assim, Comissão Instaladora era constituída por Rui Fonseca da AACoimbra, Patrícia Liziário da AALisboa, Pedro Dias da AAUBI (Covilhã), Fernando Vieira da AAUM (Braga), José Lucas da AEUAveiro, Paulo Colaço da AEUTAD, e por Francisco Evangelista da FAPorto. Também a AAUAçores, a AEUAlgarve e a AEUÉvora fizeram parte deste movimento.
Realço que desta equipa saíram os três primeiros presidentes da FADU, sendo este um sinal que todos tinham qualidades e competências reconhecidas pelos seus pares para assumir a presidência. Na equipa inicial essas características eram comuns a todos os elementos e qualquer um de nós poderia ter sido o designado. Esta foi uma escolha interna, do grupo de trabalho e para mim foi uma grata surpresa ter sido convidado para assumir o cargo.
Ainda não se tinha abordado essa questão dentro do grupo de trabalho (até porque não era o assunto mais importante para se resolver) e, numa reunião em Lisboa, o José Lucas, em nome da equipa, perguntou-me se eu aceitava o convite. Foi muito simples.



4. Quais os principais desafios no processo de criação da FADU?

Muitos e todos... tudo era um desafio. A FADU começava do zero, não tínhamos dinheiro, não tínhamos sede, mas existia o mais importante: pessoas com atitude que, sabendo que não seria fácil, sabiam que iriam conseguir alcançar os objetivos que a FADU se tinha proposto.
Desde logo ser reconhecida em Portugal pelas outras federações desportivas e por todas as entidades ligadas ao desporto. Depois ser reconhecida internacionalmente. Preparar contratos programa com o governo para assegurar a sustentabilidade financeira. Integrar formalmente os Institutos Politécnicos e fazer com que acreditassem no nosso projeto.
Tenho noção que um dos maiores desafios que enfrentámos era a credibilidade. Na primeira reunião, o início era quase sempre difícil, com notória desconfiança revelada pela outra parte. "Mas quem se julgam estes estudantes para querer organizar o DU em Portugal?". Não o diziam, mas pensavam. Mas encontrámos muitos interlocutores que perceberam que nós éramos parte da solução para os problemas que eles também tinham. E com esses começámos o nosso trabalho. Não posso deixar de realçar o papel fundamental que a Federação Portuguesa de Atletismo, através dos Professores Fernando Mota e Jorge Vieira, teve neste processo.
Os desafios eram muitos mas também tivemos o apoio de algumas personalidades que, desde o início acreditaram na FADU, nomeadamente o Eng. Roberto Carneiro, Prof. Pedro Lynce e Dr. Miguel Macedo, respetivamente Ministro da Educação, Secretário de Estado da Juventude e Diretor Geral do ES. Muitos dos problemas que surgiram pelo caminho foram ultrapassados porque o Prof. Pedro Lynce acreditava no projeto FADU e nos seus jovens dirigentes. Bem haja Prof. Pedro Lynce.

5. Após a sua fundação, como imaginou a FADU dos 25 anos?

Tudo o que eu poderia ter imaginado, ou sonhado, foi largamente ultrapassado pelo nível de organização e reconhecimento nacional e internacional que a FADU, os seus dirigentes e os atletas que a representam conseguiram ao longo destes 25 anos.

6. Como considera que se encontra atualmente o desporto universitário a nível da consciencialização e reconhecimento pela sociedade portuguesa?
Este é um processo que tem sempre margem para evoluir. Se compararmos com o reconhecimento que o DU tinha no início dos anos 90, está incomparavelmente melhor e isso deve-se à grande evolução das estruturas desportivas universitárias e ao trabalho desenvolvido pelo binómio Associação de Estudantes/Reitor.
Mas esta evolução vem na sequência do trabalho desenvolvido pela FADU e seus dirigentes. Não é por acaso que uma das Universidades com melhores resultados globais no DU tem, nos seus quadros técnicos, antigos dirigentes da FADU.
Se compararmos com o que seria o ideal, ainda temos um longo caminho a percorrer. Mas julgo que o caminho que está a ser feito vai trazer cada vez mais e melhor reconhecimento do DU pela sociedade portuguesa.

7. Que conselhos deixa aos atuais e futuros dirigentes da FADU?

Tudo o que fazemos na vida deve ser feito com a atitude correta. Quando essa atitude incorpora assertividade e resiliência é sempre mais fácil conseguirmos alcançar os objetivos a que nos propusemos, por mais desafios que se nos coloquem e por enormes que nos pareçam. Sejam assertivos, sejam resilientes.

À conversa com… Paulo Santos

Cabeça de lista para os delegados eleitos da Assembleia Geral da Federação Académica do Desporto Universitário (FADU) e vice-presidente da Federação Académica do Porto (FAP), Paulo Santos conta com alguns anos ao serviço do associativismo.
>Iniciou-se como coordenador do desportivo da Associação de Estudantes do Instituto Superior de Engenharia do Porto (aeISEP), subindo a vice-presidente e, posteriormente, a presidente da mesma estrutura. Também na instituição de ensino foi um elemento ativo, sendo membro do Conselho Geral do Instituto Politécnico do Porto (IPP).

Atualmente, concilia a vice-presidência da FAP, com o Mestrado em Engenharia Civil e o Conselho Nacional de Educação, onde é representante dos estudantes. No passado dia 26 de maio, a lista A, encabeçada por Paulo Santos, venceu a eleição para os delegados eleitos da Assembleia Geral da FADU, na qual era lista única.


Como decorreu o processo de constituição da lista?
O processo foi conduzido pelo movimento associativo nacional com o intuito de criar uma lista plural, participativa e representativa do que é feito de melhor na área do desporto do ensino superior nacional.
Com esta lista temos a possibilidade de fazer um trabalho construtivo no seio da Assembleia Geral da FADU, representativo do país e profundamente conotado com o movimento associativo nacional.

Quais as motivações para este mandato?
As motivações para este mandato são elevadas, queremos ter uma Assembleia Geral participativa, construtiva, atenta e pró-ativa. Temos o objetivo de colaborar com a direção da FADU, com o intuito de expandir as suas atividades, bem como colocar o nome da FADU pelo mundo fora.

Qual consideras ser o papel dos delegados eleitos no desenvolvimento da FADU e do desporto universitário?
O papel dos delegados da FADU deve ser um papel de construção e colaboração com todos os órgãos da FADU, zelando também que todo trabalho realizado na FADU tenha continuidade e expressão no movimento associativo, não ficando apenas pela Assembleia Geral ou na atuação da sua Direção.

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