O Campeonato Europeu Universitário de Golfe arranca este domingo, em Antequera, onde Portugal terá cinco representantes a participação, nas provas masculinas e femininas. A competição decorre de segunda a quinta-feira e reúne atletas de França, Alemanha, Portugal, Espanha, Suíça e Reino Unido.
De Portugal seguem Sara Gouveia, Alice Silvestre, Miguel Ribeiro, Francisco Baião e Daniel Caixeiro, representantes da Associação Académica da Universidade do Algarve e estudantes na academia algarvia.
Espanha, país que acolhe a competição, será a nacionalidade mais representada, com 17 atletas, seguida de França, com 11 participantes e da Alemanhã, que compete com nove estudantes-atetas. A Suíça levará cinco participantes e Portugal fecha a lista com os mesmos cinco golfistas do Reino Unido, que apenas terá representatividade no masculino.
A cerimónia de abertura da competição está marcada para dia 24, no largo da Câmara Municipal de Antequera e a cerimónia de encerramento decorrerá no Casa Club daquela localidade de Málaga.
Braga vai acolher, de 15 a 23 de julho, o Campeonato Europeu Universitário de Futsal 2019 (EUC Futsal), uma competição organizada pela Federação Académica do Desporto Universitário, pela Associação Académica da Universidade do Minho e pela Universidade do Minho, em colaboração com a Federação Portuguesa de Futebol e com a Câmara Municipal de Braga. O evento internacional é uma oportunidade de voluntariado em diversas áreas.
O Campeonato será um dos maiores eventos desportivos do ano, com cerca de um milhar de pessoas envolvidas, e decorrerá nas instalações do Complexo Desportivo da Universidade do Minho, no Altice Fórum Braga e no Pavilhão Municipal de Lamaçães.
O papel dos voluntários é essencial para o sucesso da organização e por isso, estão abertas inscrições para voluntariado no apoio médico, acreditação e secretariado, acompanhamento das delegações, gestão das instalações desportivas, cerimónias e protocolo, comunicação e gestão de resultados. Os interessados têm assim a oportunidade de viver por dentro a organização de uma grande competição internacional, que lhes proporcionará uma experiência única de valorização do seu currículo académico.
Matosinhos foi palco do Campeonato Nacional Universitário de Karting e viu sagrar dois campeões nacionais universitários do Instituto Politécnico de Leiria. A prestação dos leirienses correu sobre rodas, na pista Cabo do Mundo, e levaram o ouro Daniela Bastos e João Trincadeiro.
Depois de muitas curvas e contracurvas, ao pódio subiram também Catarina Lobo e Beatriz Almeida, ambas representantes da Associação Académica da Universidade de Aveiro, e ainda no masculino João Brandão e Luís Duarte, estudantes da Universidade do Porto.
A comissão de revisão estatutária da Associação Europeia de Desporto Universitário (EUSA), liderada pelo respetivo presidente, Adam Roczek, reuniu-se no último sábado, em Paris, para discutir propostas de alteração aos atuais estatutos deste organismo europeu, responsável pela organização dos Campeonatos e Jogos Europeus Universitários.
Nesta reunião, estiveram ainda presentes o vice-presidente da EUSA, Haris Pavletic, o secretário-geral, Matjaz Pecovnik, e dois membros do comité executivo, Jean Francois Sautereau e o português Bruno Barracosa, membro desde 2016. De referir que, durante dois mandatos (2010-2011 e de 2011 a 2013) Bruno Barracosa presidiu à Federação Académica do Desporto Universitário (FADU), tendo em 2013 presidido à Assembleia Geral da EUSA que decorreu no Funchal, Madeira.
As conclusões e sugestões deste grupo de trabalho serão levadas à reunião do comité executivo da EUSA, que terá lugar em Nápoles, no próximo mês de julho. As propostas de alteração aos estatutos serão apresentadas na assembleia geral extraordinária da EUSA, marcada para dia 27 de setembro, em Aveiro, assembleia que incluirá ainda na ordem de trabalhos a votação do plano de atividades, previsto no plano de desenvolvimento estratégico 2018-2024.
De salientar ainda que, sob organização da FADU, Aveiro vai receber, para além da assembleia geral extraordinária da EUSA, a gala e conferência anual.
O esquiador Ricardo Brancal competiu pela primeira vez, na Universíada de Inverno em Krasnoyarsk, na madrugada desta sexta-feira. O português ficou na 75.ª posição na primeira manga e após terminar a segunda, terminou a competição de Slalom Gigante na 53.ª posição, num total de 101 participantes.
‘Estou satisfeito com a segunda manga, mas não com a primeira, fui muito conservador e isso prejudicou-me a performance’, confessou o atleta luso no final da prova, ele que envergou o dorsal 94. ‘A pista era bastante desafiante, principalmente no segundo setor da prova, no qual perdi mais tempo. A classificação final poderia ter sido um top 50 se a primeira manga tivesse corrido como a segunda’.
Com o resultado alcançado no somatório de tempo das duas mangas, Ricardo Brancal melhorou a sua pontuação na International Ski Federation (FIS) e deverá subir alguns lugares na próxima atualização do ranking internacional.
As cores nacionais voltam a estar em prova na madrugada desta segunda-feira (3h e 6h, horas em Portugal – 10h e 13h, horário local), desta feita em Slalom.
A Associação Europeia do Desporto Universitário (EUSA) escolheu duas cidades portuguesas para acolher os Campeonatos Europeus Universitários em 2021. A cidade de Aveiro ganhou a candidatura para a organização do Campeonato Europeu Universitário de basquetebol, e Guimarães ganhou a corrida para acolher o Campeonato Europeu Universitário de voleibol.
Esta é a terceira vez que Portugal recebe a competição de basquetebol. Em 2021 assinalam-se os 20 anos sobre a organização do primeiro Campeonato Europeu Universitário da modalidade, a primeira edição teve também lugar na ‘Veneza portuguesa’ em 2001, e a outra edição decorreu em Guimarães, no ano de 2006. No voleibol esta é a segunda vez que a competição se realiza em solo luso, a primeira foi em Braga, em 2004.
De referir ainda que dentro de dois anos os Campeonatos Europeus Universitários terão competição também em andebol (Eslovénia), badminton (Miskolc, Hungria), basquetebol 3x3 (Debrecen, Hungria), desportos de Combate – Karaté, Kickboxing, Judo e Taekwondo (Zagreb, Croácia), futebol (Tirana, Albânia), futsal (Split, Croácia), orientação (St. Gallen, Suíça), pólo aquático (Miskolc, Hungria), desportos de Praia – Andebol de Praia e Voleibol de Praia (Málaga, Espanha), remo (Bydgoszcz, Polónia), ténis (Lódz, Polónia) e ténis de mesa (Olomouc, República Checa). As modalidades de bridge, escalada, golfe, rugby 7 (com candidatura de Lisboa) e xadrez ainda não têm cidade atribuída.
Ainda este ano, Braga (de 15 a 23 de julho) e Porto (de 31 de julho a 3 de agosto), recebem os Campeonatos Europeus Universitários de futsal e basquetebol 3x3, respetivamente.
A última semana de maio arrancou com a atribuição dos títulos de campeões nacionais universitários de ténis de mesa, com a Universidade do Porto (U.Porto) em grande destaque. Rodolfo Pedra e Raquel Andrade, ambos da academia da cidade invicta, levaram o ouro, eles que ‘jogaram em casa’.
A preencher os restantes lugares do pódio estiveram ainda, em segundo lugar, Eduardo Gomes, da Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico, e Marco Silva, medalha de bronze pela Associação Académica da Universidade de Aveiro.
No feminino, a prata foi conquista por Alexandra Pisco, da Associação de Estudantes do Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto, e o bronze foi ganho por Margarida Matos, também da U.Porto.
A Praia de Mira acolheu as provas de apuramento dos campeões nacionais universitários de bodyboard, de onde o Instituto Politécnico de Leiria (IPLeiria) saiu como vencedor do troféu coletivo. A Universidade Nova de Lisboa (NOVA) e a Associação Académica da Universidade do Algarve, em segundo e terceiro, respetivamente, ocuparam os restantes lugares do pódio.
Na prova masculina, chegaram a finalistas Bernardo Machado da Universidade do Porto (U.Porto), detentor do título de campeão nacional, Daniel Fonseca da Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico (AEIST), segundo classificado, e Rúben Fernandes do IPLeiria, medalha de bronze. Pedro Veigas, do IPLeiria, ficou em quarto lugar.
Na prova feminina, Mafalda Martinho da NOVA sagrou-se campeã, à frente de Leonor Monteiro, também da NOVA e de Miriam Caires, da U.Porto. Carolina Abreu também foi à fase final e acabou em quarto lugar da competição.
A Associação Académica da Universidade da Beira Interior (AAUBI) apresentou os argumentos que a tornam uma das duas candidatas a organizadora local das fases finais dos Campeonatos Nacionais Universitários de 2020. Depois de Lisboa, a AAUBI quer levar a festa maior do desporto universitário à Covilhã e ao Fundão.
A apresentação decorreu esta quarta-feira, no anfiteatro das sessões solenes da Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Beira Interior (UBI), e contou com a presença do presidente da Federação Académica do Desporto Universitário, Daniel Monteiro, que frisou a ‘importância que o desporto, em particular o desporto universitário, tem tido na promoção da coesão territorial’, destacando a riqueza cultural das competições universitárias que contam com ‘a participação de clubes provenientes de praticamente todas as regiões do País e com organizações dispersas pela quase totalidade dos distritos do território português’.
Na cerimónia tiveram também a palavra os representantes das entidades envolvidas na candidatura, entre eles o reitor da UBI, António Fidalgo. ‘A universidade, em conjunto com as autarquias, apoia e está disponível para receber o evento’, disse, assegurando que há ‘condições e vontade’ para receber a competição no próximo ano. Também o presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Vítor Pereira, manifestou desejo em ver a proposta ser aceite: ‘A candidatura é forte, bem construída e a Covilhã e o Fundão estreitaram laços para impulsionar a candidatura e fazer com que chegue a bom porto’, ideia reforçada pelo vice-presidente da Câmara Municipal do Fundão, Miguel Gavinhos. ‘As duas cidades estão completamente comprometidas com esta candidatura. A cidade do Fundão tem todas as condições para a prática desportiva’, garantiu. O presidente da AAUBI, Afonso Gomes, reforçou a vontade em ver a academia beirã organizar as próximas fases finais.
A apresentação incluiu também a visita técnica às instalações propostas na candidatura, entre elas os pavilhões UBI (1 e 2), o refeitório\cantina do polo de Desporto (Santo António), o pavilhão Clube Desportivo da Covilhã, o Complexo Desportivo da Estação, o Complexo Desportivo da Covilhã, o Pavilhão Unidos Futebol Clube do Tortosendo, o Pavilhão Municipal do Fundão, o Pavilhão Associação Desportiva do Fundão e o Pavilhão Gimnodesportivo de Valverde.
De referir que a candidatura vencedora será revelada esta quinta-feira, nas plataformas oficiais da FADU.
O esquiador português Ricardo Brancal, único representante luso na Universíada de Inverno em Krasnoyarsk, terminou na madrugada desta segunda-feira a sua participação em esqui alpino. Brancal participou nas provas de Slalom Gigante, onde terminou na 53.ª posição, e de Slalom, onde não conseguiu terminar a primeira manga.
Na prova de Slalom, em que o esquiador quis participar mesmo após uma queda no último treino, as condições adversas e a exigência da pista levaram a que o português não conseguisse chegar ao fim, à semelhança do que aconteceu com grande parte dos esquiadores em prova (dos 93 atletas que participaram, apenas 38 conseguiram completá-la).
‘Foi pena não conseguir terminar porque parte do primeiro setor da prova correu bem e podia ter feito uma boa pontuação FIS’, confidenciou o português no final da prova, ele que fez um balanço positivo da sua prestação na Rússia.
‘Foi muito bom e importante representar Portugal num evento universitário a nível mundial. Foi uma experiencia competitiva e cultural bastante interessante. A pista era bastante dura, muito gelada, e exigia um treino específico, que infelizmente não tenho. Tentei dar sempre o meu melhor’ reforçou, falando ainda dos objetivos que tinha quando saiu de Portugal.
‘As expectativas passavam por reduzir a pontuação FIS e subir no ranking internacional. Consegui fazê-lo no Slalom Gigante, embora pudesse ter atacado mais na primeira manga. Quanto ao Slalom, cometi um erro que me custou a prova. Nesta disciplina é tudo muito rápido e é frequente ocorrerem este tipo de erros em que existe apoio a mais no esqui interior, o que faz com que acabe por passar pelo lado errado da porta’.
Prestes a regressar a Portugal com a comitiva lusa, Ricardo Brancal frisou o apoio que teve durante os dias em Krasnoyarsk. ‘Quero agradecer ao selecionador nacional, Sérgio Figueiredo, que esteve sempre presente nas provas, fez o acompanhamento todo nos treinos, no visionamento dos vídeos, na preparação do equipamento… pelo apoio psicológico que também é muito importante, porque depois da queda no treino de ontem foi fundamental nessa recuperação. Quero agradecer à FADU e à Federação de Desportos de Inverno de Portugal pelo apoio, orientação e acompanhamento ao longo destes dias’.