Entre os dias 27 e 30, Coimbra recebeu o Comité Executivo da Associação Europeia do Desporto Universitário (EUSA), cidade que vai acolher, em 2018, o maior evento do Desporto Universitário Europeu, os Jogos Europeus Universitários (EUG). A passagem da EUSA por Portugal fica marcada pela apresentação do Progress Report dos EUG 2018 na reunião do Comité Executivo e pela atribuição dos Campeonatos Europeus Universitários 2017.
A acompanhar os representantes da EUSA, estiveram, da FADU, a Presidente, Filipa Godinho, a Vice-presidente, Vanda Guerra, e o Secretário-geral, Manuel Veloso, da Comissão Organizadora dos EUG 2018, o novo Secretário-geral, Mário Santos, e da Associação Académica de Coimbra, Daniel Nunes.
O evento começou oficialmente na sexta-feira, dia 28, com a receção da comitiva pelo Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Manuel Machado, à qual se seguiu o início da reunião de trabalho do Comité Executivo.
Mais tarde, a comitiva almoçou na Universidade de Coimbra, um momento marcado também pela troca de algumas lembranças, entre as quais da FADU à EUSA, seguindo-se uma visita cultural à Reitoria da Universidade de Coimbra e à Biblioteca joanina da instituição.
Durante a tarde, continuou a reunião de trabalho, com destaque para a apresentação do Progress Report relativo aos EUG 2018. Ricardo Morgado, responsável da Comissão de Candidatura, falou das ações feitas nos últimos meses, aproveitando para apresentar o novo Secretário-geral do evento, Mário Santos. Nesta apresentação estiveram também presentes representantes da Câmara Municipal de Coimbra, da Universidade de Coimbra e da Associação Académica de Coimbra.
À noite, teve lugar no Jardim da Manga, o jantar oficial de receção a todos os convidados, no qual marcaram presença representantes de diversas entidades, nomeadamente, o Presidente da EUSA, Adam Roczek, e o respetivo Comité Executivo, o Presidente da Comissão de Estudantes da EUSA, Bruno Barracosa, e os respetivos membros, o Chefe de Gabinete e o Assessor de Imprensa da Secretaria de Estado do Desporto e Juventude, Sérgio Castanheira e Rui Fonseca, respetivamente, a Presidente da FADU, Filipa Godinho, o Reitor da UC, João Gabriel Silva, o Presidente da AAC, Bruno Matias, e um representante do Presidente da Câmara Municipal de Coimbra.
No dia seguinte, foi dada continuidade à reunião de trabalho do Comité Executivo da EUSA, com enfâse nos recentes desenvolvimentos e atividades desde a reunião anterior e na apresentação dos relatórios de várias áreas de atuação: financeira, comissão técnica, comissão médica, comissão de estudantes e comunicação e media.
Foi também feito um balanço dos EUG 2014, que tiveram lugar, este verão, em Roterdão, na Holanda. Representantes do Comité Organizador apresentaram o relatório final da prova, comprovando o sucesso da prova.
Durante a reunião de dois dias, o Comité Executivo da EUSA aprovou também a criação da Comissão de Igualdade de Oportunidades, encabeçada por Aiton Canibe Sanchez, um organismo que terá como principal foco a inclusão, que inclui temas como a igualdade de género, estudantes com deficiência e disparidades no geral.
O Comité Executivo decidiu também, neste encontro, alterar a idade limite dos participantes em CEU e EUG, sendo que, a partir de 2015, estudantes entre os 17 e os 30 anos são elegíveis nos eventos desportivos da EUSA.
No que diz respeito aos CEU, foi confirmado o calendário para 2015, no qual se inclui o Europeu Universitário de Andebol com organização em Braga, pelas mãos da Universidade do Minho e da respetiva Associação Académica.
Destaque ainda para a atribuição dos CEU 2017, com Portugal a vencer a candidatura ao evento de Futebol 11. Com organização conjunta entre a Universidade do Porto e a Federação Académica do Porto, a vitória deixa para trás a Polónia e o Reino Unido.
A fechar a vinda a Portugal, a comitiva da EUSA teve também oportunidade para visitar algumas instalações desportivas que vão acolher os EUG 2018 e ainda explorar os encantos da cidade de Coimbra.
Portugal recebeu, na semana passada, a notícia de que conquistara o prémio de Federação Mais Ativa da Europa pela FADU e de Melhor Universidade do Desporto Universidade pela Universidade do Minho. Os títulos, atribuídos pela Associação Europeia do Desporto Universitário (EUSA), deixaram orgulhosos os protagonistas das duas instituições.
Para Filipa Godinho, agora Presidente da FADU, “este é o culminar de um trabalho que já tem vindo a ser construído por todos aqueles que se envolveram e envolvem nas estruturas da FADU, que deram e dão o seu contributo e que, acima de tudo, acreditam que com pouco conseguimos fazer muito”.
A responsável da Federação acredita que a FADU “tem conseguido ter os clubes e equipas motivados para levar o nome de Portugal pela Europa fora” e não esquece o reconhecimento que tem sido dado a Portugal “ao nível das organizações” que recebe.
Filipa Godinho considera também que “o trabalho conjunto com os clubes é essencial para continuar a ter uma posição forte na Europa, mantendo a defesa dos interesses dos estudantes-atletas e proporcionando organizações de excelência que têm marcado a diferença”.
“Encontramos no desporto universitário um ambiente descontraído e acolhedor que acaba por fazer a diferença e torna estas competições tão especiais e tão únicas para aqueles que se envolvem”, acrescentou a Presidente.
No que diz respeito aos EUSA Games 2014, que terão lugar em Roterdão, na Holanda, Filipa garante que será uma competição que, em comparação com 2012, em Córdoba, Espanha, “vai exigir, da parte da FADU, um maior apoio e suporte ao nível logístico e uma maior e mais prévia preparação que garantam a participação e o bom desempenho dos atletas”.
Filipa Godinho, Presidente da FADU
Bruno Barracosa, Presidente da FADU entre 2010 e 2013, sente-se “orgulhoso” pela conquista deste prémio e relembra que “numa Europa ainda assimétrica, em que nos debatemos num ranking com países com contextos culturais diferentes em termos desportivos e com recursos estruturais, humanos e financeiros completamente díspares, atingir este resultado é, sobretudo, um reconhecimento do esforço, empenho e mérito dos Desporto Universitário português”.
Quanto ao futuro, o agora Presidente da Mesa da Assembleia Geral da FADU, afirma que “a grande prioridade deve centrar-se na atividade nacional, na massificação da prática desportiva e na criação de modelos competitivos sustentáveis e apelativos”.
No entanto, “a verdade é que os resultados internacionais dão visibilidade e reconhecimento a uma realidade muitas vezes menosprezada: o Desporto Universitário Português existe, tem resultados e é uma aposta de sucesso de muitas instituições de Ensino Superior e estruturas académicas e estudantis”, concluiu Bruno Barracosa.
Bruno Barracosa - Presidente da Mesa da Assembleia Geral da FADU
Já Fernando Parente, único membro português do Comité Executivo da EUSA, não tem dúvidas de que “o Desporto Universitário Português tem mais prestígio fora do país que propriamente cá dentro. Fora do país somos vistos como gente jovem e dinâmica a organizar eventos internacionais com elevados níveis de desempenho, com uma participação desportiva internacional forte e organizada, e com resultados de elevado mérito”.
“A mensagem ou imagem que hoje ainda passa, muitas vezes, promovida por pessoas com responsabilidades no âmbito do desenvolvimento desportivo, educativo e político, é a de que o Desporto Universitário não existe”, criticou Fernando Parente.
Ainda assim, Parente acredita que “com o aparecimento das chamadas universidades novas, com novas estruturas associativas no Porto e em Lisboa e com a constituição da FADU, a imagem do Desporto Universitário está a mudar, não à velocidade desejada, mas no sentido correto e de maneira a que este setor seja reconhecido como um parceiro importante no desenvolvimento desportivo que se quer para o país”.
Para o membro da EUSA, é possível “manter uma presença forte nas competições internacionais, se todos percebermos que quando uma equipa universitária estiver fora do país, é reconhecida como uma equipa de Portugal, logo, temos que nos esforçar por melhorar cá dentro e ajudar a que o sistema desportivo se transforme”.
“Só com um entendimento nacional sobre o papel de cada um dos agentes, poderemos ter, no futuro, um excelente desporto escolar, universitário e federado e garantir resultados de nível internacional em todos os planos”, rematou Fernando Parente.
Fernando Parente - Membro do Comité Executivo da EUSA
De relembrar ainda que Portugal foi o 4º país com maior número de participantes nos Campeonatos Europeus Universitários (CEU) – 346 - suplantado pelos gigantes europeus Alemanha (429), França (393) e Rússia (350). No entanto, no rácio de participantes face ao total da população, Portugal é o 3º, atrás de pequenos países do Chipre e de Montenegro.
Na história da EUSA, o nosso país é ainda o 2º com maior número de organizações de Europeus Universitários e encontra-se na 5ª posição na tabela das Federações com mais sucesso, título conquistado pela França.
Ontem, dia 7, o Comité Organizador do Mundial Universitário de Andebol convidou as 14 delegações participantes na competição e entidades locais para um jantar oficial, onde foram entregues algumas lembranças e feitas homenagens a personalidades presentes no evento
Cerca de 60 pessoas marcaram presença no jantar oficial deste 22º CMU de Andebol 2014, em Guimarães. No final da refeição, Fernando Parente, Secretário-Geral do Comité Organizador, deus as boas-vindas a todos os presentes e convidou o Presidente do CO, Carlos Videira, a dizer algumas palavras.
Foram também chamados ao palco improvisado no restaurante, o Vice-Reitor da Universidade do Minho, Professor Rui Vieira de Castro, a Vereadora da Câmara Municipal de Guimarães, Adelina Pinto, a Presidente da Federação Académica do Desporto Universitário (FADU), Filipa Godinho, e o membro do Comité Executivo da Federação Internacional do Desporto Universitário (FISU), Kemal Tamer, para fazerem também eles um pequeno discurso aos presentes e receberem uma recordação das mãos de Carlos Videira.
Filipa Godinho, no seu discurso, agradeceu a presença dos convidados, esperando “poder contar com todos num futuro próximo” para juntos continuarem “a desenvolver o melhor do Desporto Universitários”. A Presidente da FADU ofereceu às entidades presentes uma medalha da FADU em jeito de agradecimento por todo o trabalho desenvolvido neste Mundial Universitário.
Depois do Presidente da CO presentear os representantes de todas as delegações em competição, Fernando Parente guardou uma surpresa para o final. O Secretário-Geral da OC e Diretor do Departamento Desportivo e Cultural da Universidade do Minho homenageou os Presidentes dos Comités Organizadores dos cinco Campeonatos Mundiais Universitários realizados, até hoje, na Universidade do Minho.
Das mãos de Carlos Silva, Administrador dos Serviços de Ação Social da Universidade do Minho (SASUM), Adolfo Vidal, pelo CMU Futsal em 1998, Roque Teixeira, pelo CMU Badmínton em 2008, Luís Rodrigues, pelos CMU Futsal e Xadrez em 2012 e, finalmente, Carlos Videira, por este CMU Andebol 2014, receberam uma medalha de agradecimento e reconhecimento pelo trabalho desenvolvido em eventos desportivos universitários internacionais na UMinho.
O serão ficou marcado pela boa disposição e pelo convívio entre os cerca de 60 convidados, que viram também ser reconhecido o mérito de antigos representantes da Universidade do Minho e da respetiva Associação Académica no que diz respeito a eventos internacionais do Desporto Universitário.
Ontem foi dia do tudo ou nada no apuramento para a grande final da 22ª edição do Campeonato Mundial Universitário de Andebol, que decorre em Guimarães. Depois da disputa das meias-finais, Rússia e Brasil, no feminino, e Portugal e Brasil, no masculino, vão medir forças na luta pelo título de Campeão Mundial Universitário da modalidade.
A Seleção Nacional Universitária masculina entrou em campo às 17h30 com as bancadas bem compostas tanto por adeptos da casa, como por apoiantes da equipa espanhola. Durante todo o jogo, o público vibrou com os lances de ambas as seleções, ecoando gritos de apoio e motivação.
No jogo da meia-final masculina, os portugueses inauguraram o marcador no primeiro minuto e ao longo de toda a primeira parte fizeram uma excelente exibição. Espanha respondia o melhor que podia, mas a SNU estava forte e motivada. Apesar dos esforços dos espanhóis, Portugal já ganhava por 12-19 ao intervalo.
Na segunda parte, a equipa portuguesa entrou novamente melhor em campo e conseguiu aumentar a vantagem de golos que tinha sobre a seleção adversária, chegando a conseguir uma diferença de 10 golos no marcador. A partida acabou por ditar a vitória da equipa das quinas por 33-27, conquistando, pela terceira vez, um lugar na final do Campeonato Mundial Universitário.
Bélone Moreira foi um dos jogadores que mais contribuiu para o sucesso de Portugal, tendo sido o melhor marcador do jogo, com um total de 8 golos. Ricardo Pesqueira, com 6 golos, e Fábio Vidrago, com outros 5 golos, foram também os jogadores em destaque nesta meia-final.
No final do jogo, Gabriel Oliveira, Selecionador da equipa nacional, estava bastante satisfeito com a passagem à final. “Agora o importante é descansar, gozar o resultado que tivemos aqui, assistir à meia-final seguinte e estudar o nosso adversário de amanhã”, explicou Gabriel Oliveira.
O Selecionador Nacional está confiante na vitória. “Esperamos sempre conseguir um bom resultado, só não o dizemos para não criar demasiadas expetativas, mas, na realidade, à noite quando me deito já imagino o nosso título e os confetis”, afiançou Gabriel Oliveira.
O tutor da equipa não tem dúvidas quanto à qualidade dos seus jogadores, afirmando que “está mais do que provado que, seja qual for a equipa adversária”, Portugal vai “lutar até ao fim”. “Acredito que o fator casa nos ajuda muito, só espero que venha ainda mais público puxar por nós”, concluiu.
No outro jogo de apuramento para a Final masculina, Brasil e Rússia defrontaram-se a seguir ao jogo de Portugal, com a seleção brasileira a garantir a presença na disputa pelo título de Campeão Mundial com uma vitória por 27-23.
Já no feminino, a Rússia venceu a Roménia na primeira meia-final da tarde por 29-26, enquanto, na semifinal seguinte, o Brasil e a Coreia defrontaram-se até ao último segundo, com a seleção brasileira a levar a melhor, já depois da marcação de livres de 7 metros, por 24-23.
Ambas as Finais vão ter lugar no Pavilhão Multiusos, em Guimarães, com as equipas femininas da Rússia e do Brasil a entrarem primeiro em campo, às 16h. Segue-se a Final masculina, às 18h30, com o confronto entre Portugal e Brasil. Pelas 20h30, vai realiza-se a Cerimónia de Encerramento e a respetiva entrega de prémios aos vencedores.
Seleção Nacional Universitária feminina garantiu o 10º lugar
A equipa nacional feminina, depois ter vencido o Uruguai no jogo de sexta-feira, ontem não foi além de uma derrota frente à seleção Polaca por 21-27. Na partida, lutava-se pelo 9º lugar na tabela classificativa já que o Uruguai, depois de ter perdido com ambas as equipas, já havia assumido a 11ª posição.
Desde o início do jogo, a Polónia foi mais forte e, apesar do nítido esforço da equipa portuguesa em recuperar o resultado, as polacas dominaram os 60minutos da partida. O controlo da Polónia refletiu-se no resultado, vencendo Portugal com uma diferença de seis golos.
A Universidade do Porto já começou a preparar o 7º Campeonato Mundial Universitário de Floorball 2016. Entre os dias 7 e 8 setembro, uma delegação oficial da instituição acompanhou o Campeonato Mundial U19 da modalidade, em Madrid.
Em terras espanholas estiveram o diretor do Centro de Desporto da U.Porto (CDUP-UP), Bruno Almeida, e os dois coordenadores técnicos, Miguel Monteiro e Daniel Vieira, com o objetivo de exporem algumas questões logísticas e técnicas.
Durante dois dias a delegação reuniu-se com o Presidente e alguns membros da Federação Internacional de Floorball e com o Presidente da Federação Espanhola de Floorball, com o intuito de preparar o acolhimento deste evento internacional do Desporto Universitário que terá lugar na cidade do Porto, em 2016.
Bruno Almeida realçou que um dos principais assuntos abordados durante estes encontros foi a possibilidade de criação de um plano de formação desta modalidade em Portugal.
“Através da organização do CMU Floorball 2016, a U.Porto pretende ajudar a lançar esta modalidade em Portugal e vai, em conjunto com a FADU, fazer todos os esforços para que se comecem a organizar provas universitárias e escolares de Floorball”, esclareceu o diretor do CDUP-UP.
De recordar que a organização do evento foi atribuída à U.Porto pela Federação Internacional de Desporto Universitário (FISU) a 9 de novembro de 2013.
Em junho deste ano, na Cerimónia de Encerramento do 6º Campeonato Mundial Universitário de Floorball, Manuel Janeira, Pró-Reitor para o Desporto da Universidade do Porto, recebeu a passagem de testemunho para a organização da 7ª edição da competição.
É também de salientar que, no mesmo ano, Portugal será anfitrião do 10º Campeonato do Mundo Universitário de Karaté, que terá lugar em Braga, numa organização da Associação Académica Universidade do Minho.
A FADU foi considerada a Federação Mais Ativa da Europa pela Associação Europeia do Desporto Universitário (EUSA). Também para Portugal, e pelo 4º ano consecutivo, veio o prémio de Melhor Universidade, desta vez, para a Universidade do Minho/AAUM. Depois de um ano em cheio, com eventos internacionais em Portugal e uma vasta participação portuguesa nos Campeonatos Europeus Universitários (CEUs), a Associação Europeia atribuiu o título de Federação Mais Ativa da Europa à FADU.
Além da organização de diversos eventos, como o 9º Europeu Universitário de Voleibol de Praia, no Porto, o 2º Europeu Universitário de Judo, em Coimbra, e a 14ª Assembleia Geral, a Conferência e a Gala da EUSA, no Funchal - Madeira, a FADU participou, através dos seus Clubes, em todos os CEU 2013, à exceção do Bridge.
O prémio de Melhor Universidade 2013 foi atribuído à Universidade do Minho/AAUM, pelo número de participações e pelos resultados de excelência nos CEUs 2013. A Academia Minhota garantiu o 1º lugar da classificação com 45 pontos, enquanto a Universidade de Coimbra/AAC conquistou o 7º lugar com 23 pontos e a Universidade do Porto ficou-se pela 25ª posição com 13 pontos.
Em 2013, a Universidade do Minho/AAUM conquistou ao todo 9 medalhas nos Europeus Universitário de Taekwondo, com uma medalha de Ouro e 6 de Bronze, foi Campeã Europeia Universitária de Andebol masculino e Vice-Campeã Europeia Universitária de Futsal feminino.
De destacar que este é o 4º ano consecutivo que uma instituição Portuguesa recebe a distinção de Melhor Universidade, prémio este conquistado pela Universidade de Coimbra/AAC, nos anos 2010, 2011 e 2012.
Já o título de Federação com Mais Sucesso foi arrecadado pela Federação Francesa do Desporto Universitário (FFSU), conquistado pelo elevado número de participações e classificações conseguidas nos Europeus.
Os três prémios serão entregues, oficialmente, aos vencedores na 15ª Assembleia Geral da EUSA, em abril, que terá lugar em Denizli, na Turquia. Também serão entregues os prémios para Melhor Fotografia, promovido pela Comissão de Estudantes da EUSA, e o prémio “Enno Harms Fair Play”.
Nos CEUs 2013, participaram um total de 583 Instituições de Ensino Superior de 38 países Europeus. A EUSA registou, este ano, um crescimento de 10% no número de participantes nas modalidades de Badminton, Futebol, Judo, Karaté, Taekwondo, Ténis e Voleibol.
A Universidade do Minho/AAUM também foi protagonista nos EUSA Awards 2013 ao conquistar o título de Melhor Universidade Europeia do Desporto Universitário. O título, atribuído pela Associação Europeia do Desporto Universitário (EUSA), deixou orgulhosos os responsáveis minhotos.
Nas palavras do Reitor da Universidade do Minho, “este tipo de galardões são extremamente gratificantes para quem dirige uma instituição, no entanto, são também o reconhecimento do trabalho de muitas pessoas e de uma estratégia institucional que tem vindo a ser concretizada ao longo de vários anos”.
Para António Cunha, “só uma parceria efetiva, com responsabilidades partilhadas e bem definidas, e um grande compromisso da Universidade e da sua Associação Académica permitem alcançar um resultado deste tipo. Há uma grande máquina logística e só o planeamento e o grande profissionalismo e dedicação de todos têm permitido que estes resultados sejam atingido com meios financeiros muito reduzidos”.
Quanto ao futuro, o responsável máximo da instituição não tem dúvidas, “o desporto universitário para além de ser uma área que continuará a merecer especial atenção, está explicitado como uma prioridade do Plano de Ação para o quadriénio 2013-17, aprovado pelo Conselho Geral da Universidade. Esta é uma aposta que faz parte do projeto educativo da UMinho e que esta Instituição quer continuar a ter como fator de diferenciação e de atratividade”.
Já em relação à Federação Académica de Desporto Universitário (FADU), o Reitor acredita que “estes sucessos ao nível internacional da UMinho/AAUM beneficiaram muito do trabalho da FADU, que tem o devido reconhecimento entre as suas congéneres europeias e de outros países”.
“A FADU orgulha o ensino superior português pelo que quero aproveitar esta oportunidade para aqui deixar, enquanto Reitor da UMinho, um obrigado e o meu reconhecimento público”, acrescenta António Cunha.
Para o Presidente da AAUM, “a conquista deste prémio é a concretização de um sonho antigo e de um objetivo assumido desde há algum tempo, fruto da evolução que o desporto universitário teve na UMinho e do investimento cada vez mais maior de várias direções da AAUM. É um sentimento de orgulho partilhado com todos os atletas, técnicos, dirigentes e ex-dirigentes”.
“Certamente que a AAUM não teria a capacidade de chegar a este nível sem o apoio da Reitoria e a competência dos técnicos da UMinho, mas a Universidade também não teria chegado a este patamar sem um compromisso estratégico e uma entrega muito forte do seu clube, a AAUM”, afirma Carlos Videira.
A expetativa para as próximas competições, para o dirigente da AAUM, “é continuar no pelotão da frente a nível europeu - continuar fortemente representados nas competições internacionais e tentar alcançar os melhores resultados possíveis nas modalidades coletivas e individuais. Mas isso só é possível se alcançarmos bons resultados na competição nacional e é aí que devem estar focadas as nossas atenções neste momento”.
Carlos Videira está certo de que “o desporto universitário vai continuar a ser uma das nossas prioridades, porque já era um dos nossos propósitos eleitorais. Temos conseguido bater records ano após ano e assumido um papel importante nas organizações de provas a nível nacional e internacional. Estamos absolutamente comprometidos com uma melhoria progressiva da nossa performance a estes níveis”.
A U.Minho/AAUM ganha, agora, este título depois de ter conquistado vários pódios em 2013, entre eles, o título de Campeã Europeia Universitária de Andebol masculino e de Vice-Campeã de Futsal feminino. Além disso, o clube arrecadou também 7 medalhas no 3º Campeonato Europeu Universitário de Taekwondo, nomeadamente, o Ouro pelo atleta Júlio Ferreira e 6 medalhas de bronze.
Recorde-se que este é o 4º ano consecutivo que o prémio de Melhor Universidade vem para Portugal, tendo sido conquistado pela Universidade de Coimbra nos três anos anteriores. Os EUSA Awards 2013 vão ser entregues aos vencedores na 15ª Assembleia Geral da EUSA, em Abril, que terá lugar em Denizli, na Turquia.
Começou ontem a fase final da competição no CMU Andebol 2014 e os semifinalistas já são conhecidos. Após uns quartos-finais disputadíssimos, onde as surpresas foram muitas, conseguiram o passaporte para as meias-finais, no feminino, as equipas da Roménia, Brasil, Coreia e Rússia, e, no masculino, a Espanha, Brasil, Rússia, e a nossa Seleção Nacional Universitária que prossegue o sonho de se tornar campeã mundial.
A Seleção Nacional Universitária masculina continua o seu caminho triunfante rumo à final. Ontem foi a seleção da Roménia a cair perante os portugueses (32-25), ficando, assim, pelo caminho no acesso às medalhas.
Nesta fase, e com a qualidade das equipas adversárias a ser cada vez maior, os portugueses não estavam à espera de facilidades, e a expectativas confirmaram-se. A Roménia entrou muito forte, inaugurou o marcador, e nos minutos iniciais conseguiu mesmo controlar a partida. Portugal recuperou o folego e conseguiu equilibrar, chegando ao intervalo a vencer pela margem mínima.
A segunda parte começou com um Portugal poderoso, com o pé no acelerador. A equipa nacional foi somando e ainda com bastante tempo pela frente já estava quase tudo decidido. A SNU acabou mesmo por vencer por uns confortáveis 32-25 a equipa romena que é, assim, afastada da corrida ao pódio.
Para o selecionador nacional, Gabriel Oliveira, a vitória não foi algo que não estivesse à espera mas não esperava por esta margem. Tivemos uma entrada muito forte na segunda metade, apenas pedi à equipa que acelerasse pois eles não se iriam aguentar, explicou o selecionador.
Uma das meias-finais será, então, um duelo ibérico, com a SNU a defrontar a seleção espanhola, hoje às 17h30, no Multiusos de Guimarães. Os lusos não estão à espera de facilidades, os espanhóis já derrotaram os checos, campeões em título, e, por isso, vai ser um verdadeiro jogo de meia-final referiu o selecionador.
Seleção Nacional Universitária feminina quer o 9º lugar
Apesar de estar fora das medalhas, a Seleção Nacional Universitária feminina continua em competição pela melhor classificação possível (9º ao 11º lugar). Ontem a equipa lusa defrontou e esmagou o Uruguai por 32-15. Com 17 golos de diferença no final do tempo, as portuguesas mostraram ser muito superiores, e mesmo que a luta seja pelos últimos lugares, querem o melhor. Hoje a equipa joga com as polacas, para decidir quem fica em 1º lugar desta mini liga de disputa pelo 9º lugar. A seleção uruguaia, por já ter perdido tanto com a Polónia, como com Portugal, fixou a sua prestação na 11ª posição.
Competição ao rubro!
Nos restantes jogos dos quartos-de-final, as surpresas foram muitas. No feminino, a Espanha caiu frente à Roménia por uma curta margem, 24-25, num jogo de muita luta e emoção. No jogo entre o Brasil e o Japão, as japonesas entraram melhor, estiveram na frente durante grande parte do tempo, mas as brasileiras deram a volta ao resultado e acabaram mesmo por vencer a partida também por uma curta diferença, 26-25.
Na partida entre a Coreia e México, as mexicanas até começaram melhor, mas as coreanas não baixaram os braços e tomaram as rédeas, de tal forma que a partida terminou com o resultado de 25-18, favorável à Coreia. No outro jogo dos quartos-de-final, mediram forças russas e checas. As campeãs em título queriam muito seguir em frente e, apesar do resultado equilibrado, a Rússia foi mais forte e venceu por 27-26. Hoje, as meias-finais serão entre as seleções da Roménia e da Rússia (17h30) e entre o Brasil e a Coreia (20h00).
No masculino, os campeões em título ficaram pelo caminho. Frente a uma fortíssima seleção espanhola, os checos não conseguiram impor o seu jogo e acabaram mesmo por perder por 31-25. O Brasil discutiu o lugar na semifinal com o Egito. Os brasileiros entraram fortes e com vontade de resolver e conseguiriam mesmo fechar a partida com uma vitória por 29-24.
Rússia e China Taipé discutiram entre si o outro lugar na meia-final. Os russos seguiram o exemplo da sua seleção feminina, que também seguiu em frente na competição, e derrotaram os adversários por 36-25.
Na outra meia-final masculina, o Brasil e a Rússia vão medir forças para alcançar um lugar na final deste Mundial Universitário.
Terminou a 22ª edição do Campeonato Mundial Universitário de Andebol 2014! Depois de uma semana de competição, que teve como palco a cidade de Guimarães, o evento desportivo internacional sagrou Campeões Portugal, no masculino, e Brasil, no feminino. O vice-campeonato foi para o Brasil e Rússia e as medalhas de bronze foram de Espanha e Coreia, no masculino e feminino, respetivamente.
À terceira foi de vez! Depois de ter estado presente em três finais, Portugal conseguiu subir ao lugar mais alto do pódio ao arrecadar o título de Campeão Mundial Universitário. Depois da Covilhã-Guarda em 2000, depois do Brasil em 2012, 2014 foi o ano de Portugal. A jogar em casa, os portugueses não falharam, e tornaram-se pela primeira vez na sua história, CAMPEÔES MUNDIAIS!
Para chegar ao título, os portugueses ultrapassaram o Egito (34-29) e a China Taipé (32-20) na fase de grupos, a Rússia (32-25) nos quartos-finais, a Espanha (27-33) na semifinal e o Brasil foi a última “barreira” mas a mais saboreada, pois no final desta lá estava o título de Campeão Mundial Universitário 2014.
Nesta grande final do andebol masculino, Portugal entrou a “matar”, com uma frente de ataque quase perfeita e um guarda-redes (Giga) que enchia a baliza. A Seleção Nacional Universitária conseguiu, desde logo, uma vantagem considerável no marcador, mas a meio da primeira parte os brasileiros conseguiram equilibrar e o intervalo chegou mesmo com o marcador a dar a vantagem a Portugal por apenas dois golos (14-12).
Na segunda parte, apesar dos portugueses terem entrado a pontuar, os brasileiros entraram com vontade de virar o resultado e aos 7’ minutos conseguiram o empate! As coisas estavam tremidas, mas a qualidade da seleção lusa voltou ao de cima e os portugueses tomaram novamente as “rédeas” do jogo e o placard voltou a subir do lado de Portugal. O jogo terminaria em grande euforia com uma vitória clara por 29-23.
Para o Selecionador Nacional, Gabriel Oliveira, jogar em casa foi importante para chegar ao objetivo final que era o título de campeão. “Disse logo no início aos meus atletas que na nossa casa quem manda somos nós”, referiu. Não conseguindo descrever o que sentia, o Selecionador apenas disse “é uma sensação maravilhosa”, dedicando a vitória a todos os que criaram as melhores condições para que a equipa conseguisse ser campeã do mundo.
Título feminino também falou português
Já na final feminina, a seleção do Brasil saiu triunfante deste mundial universitário com uma vitória por 17-24 diante da Rússia.
O Brasil começou a todo o gás e aos dez minutos já vencia por 0-6. Neste período, Flávia Silva defendeu tudo o que havia para defender. A guarda-redes brasileira só não impediu o primeiro golo russo aos 11 minutos. Foi então que a equipa europeia encetou a recuperação, chegando ao 4-6 a meio da primeira parte. No entanto, o Brasil conseguiu gerir a vantagem e ser mais eficaz, vencendo por 9-14 ao intervalo.
Na segunda parte, a equipa ‘canarinha’ entrou a marcar. Já sem grande força anímica, as russas nunca mais conseguiram reverter a situação perdendo a final por 17-24. A figura do jogo foi mesmo Flávia Silva, a guardiã brasileira fechou a baliza e abriu a porta ao título Brasileiro.
Envolvendo cerca de 700 pessoas, entre voluntários, organização e participantes vindos dos quatro cantos do mundo, o evento foi uma organização atribuída pela Federação Internacional do Desporto Universitário (FISU) à Federação Académica do Desporto Universitário (FADU) em parceria com a Universidade do Minho (UMinho) e com a Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM). Depois da realização de 65 jogos (31 masculinos e 34 femininos), chegou ao fim mais uma edição do Campeonato e a respetiva classificação final.
Mundial Universitário encerra com passagem de testemunho à Espanha
Após o final da competição, decorreu pelas 20h30, no Pavilhão Multiusos, a Cerimónia de Encerramento deste mundial, que trouxe a Guimarães os melhores estudantes do mundo na modalidade.
A cerimónia, que iniciou logo após a final masculina, começou por eleger a equipa com mais visualizações de streaming, prémio que foi entregue ao Brasil.
O prémio Fair Play foi para as equipas da Rússia (feminino), e para o México (masculino).
O prémio de melhor guarda-redes foi para os dois brasileiros, Flávia Vidal e César Almeida.
O prémio de melhor marcadora foi para Jo Suyeon (Coreia), e o melhor marcador foi Vojtech Petrovsky (República Checa).
O prémio MVP foi também para a Coreana, Jo Suyeon e no masculino, o grande vencedor foi o Português, Pedro Marques.
Após a entrega dos prémios, a cerimónia culminou com o ritual protocolar da FISU, com a passagem da bandeira da FISU para o próximo Comité Organizador a receber este Campeonato Mundial Universitário, que terá lugar em Málaga, Espanha.
Portugal vai estar presente no 13º Campeonato Mundial Universitário de Remo, representado pelo atleta André Pereira. O evento terá lugar no PAarc des Rives de l'Aa, em Gravelines, França, entre os dias 12 e 14 de setembro.
Depois da conquista da medalha de Prata nos Jogos Europeus Universitários 2014, em Roterdão, André Pereira vai agora competir na prova de skiff ligeiro masculino entre os melhores do remo universitário.
Em prova vão estar 34 países dos quatro cantos do Mundo e as expetativas são elevadas face aos resultados obtidos pelo atleta esta época. Além de Vice-Campeão Europeu Universitário, na categoria skiff ligeiro, André Pereira é também detentor do título de Campeão Nacional Universitário da mesma categoria e de double scull ligeiro.
O estudante de medicina da Universidade do Porto foi também considerado, no passado mês de julho, o melhor atleta masculino do ano na VI Gala do Desporto da Universidade do Porto.
Hugo Carvalho, Administrador da FADU, e o treinador Ricardo Cardoso, acompanham o atleta nesta competição por terras francesas.