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Governo cumprimenta Missão Portuguesa à Universíada de Taipé

 

O governo português promoveu no dia 11 de setembro uma iniciativa de cumprimentos à Missão Portuguesa à Universíada de Taipé, coroada com cinco medalhas. O Secretário de Estado da Juventude e do Desporto e a Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior foram os anfitriões da cerimónia.

 

A cerimónia decorreu na Tribuna de Honra do Estádio Nacional do Completo Desportivo do Jamor e reuniu alguns dos atletas, treinadores, oficiais e equipa médica que este presente em Taipé com as cores nacionais.

 

O presidente da Federação Académica do Desporto Universitário, Daniel Monteiro, salientou que este é o momento ideal para valorizar o estatuto do estudante-atleta, considerando que com a escassez de participação em provas internacionais de nível elevado, que permita aos atletas adquirir “estofo, experiência e elevar os seus próprios padrões competitivos, colocam as Universíadas como uma antecâmara olímpica perfeita, de passagem praticamente obrigatória para todos os que ambicionam alcançar e/ou manter-se no topo a cada ciclo olímpico”.

 

 

O Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Rebelo disse ter “recebido o recado” e garantiu que o executivo está a trabalhar para “chegar a um novo estatuto estudante-atleta”, que considera “essencial para garantir um futuro nas duas áreas” e distinguindo ainda os atletas como “exemplo”.

 

 

Na cerimónia, a chefe da missão, Susana Feitor entregou ainda um kit motivacional ao Secretário de Estado com a tutela do desporto, bem como ao presidente do Instituto Português do Desporto e da Juventude, Augusto Baganha.

 

A Missão Portuguesa à Universíada de Taipé, com o mote Ganhar o Futuro, conquistou duas medalhas de ouro (Francisco Belo e Diogo Ferreira), uma de prata (Rui Bragança) e duas de bronze (Marta Onofre e Nuno Borges), igualando em número de medalhas a melhor participação de sempre.

Ricardo Vasconcelos: “Foi (…) incrível a ligação e a força com que a comitiva nacional se dedicou à causa”

 

A par da Seleção Nacional Universitária de voleibol masculino, também a Seleção Nacional Universitária de basquetebol feminino conseguiu em Taipé a melhor classificação de sempre em Universíadas.

 

A equipa comandada por Ricardo Vasconcelos conquistou o 9º lugar na tabela final, numa participação que marca o regresso do basquetebol universitário ao mais alto nível. “O basquetebol feminino estava afastado desta realidade há mais de dez anos, portanto estávamos curiosos de saber exatamente o nível que íamos encontrar. Sabíamos que era um evento grande, e não desiludiu. Foi gigantesco a todos os níveis”, disse o Selecionador Nacional Universitário.

 

Quanto à competição em si, Ricardo Vasconcelos explica que Portugal encontrou “as dificuldades esperadas, pela tradição dos países participantes”, acrescentando no entanto que “fizemos um ótimo torneio”, lamentando apenas a falta de oportunidade para a realização de jogos treino que permitissem preparar melhor a equipa.

 

O Selecionador Nacional Universitário deixou ainda um forte elogio ao espírito da Missão Portuguesa à Universíada de Taipé, pela “dimensão do apoio e interligação entre os vários elementos e modalidades de Portugal. Foi realmente incrível a ligação e a força com que a comitiva nacional se dedicou à causa, liderada pelo exemplo positivo, pela melhor chefe de delegação possível, Susana Feitor”.

 

Para o técnico português, as estudantes-atletas voltam assim a casa, “melhores basquetebolistas, melhores desportistas e acima de tudo seres humanos mais ricos. Muito obrigado pela oportunidade em nome da FPB”, conclui.

 

Taipé 2017: Hugo Silva considera “diploma mais que merecido”

 

O voleibol universitário português atingiu nesta Universíada de Taipé o 8º lugar, conquistando assim a melhor classificação de sempre no que diz respeito à participação portuguesa em Universíadas.

 

A equipa nacional ultrapassou a sempre difícil fase inicial, cedendo apenas nos quartos-de-final da competição frente ao Japão, que alcançou a medalha de bronze, e ficando à frente de seleções como a França, a Suíça e o Canadá.

 

No final da competição, o Selecionador Nacional Universitário, considera que este é um “diploma mais do que merecido”, num “mês de agosto, onde a maioria das pessoas gozavam as suas férias e estes jovens universitários iniciavam um percurso que marca a história do voleibol português e universitário”.

 

Sem objetivos traçados, Hugo Silva pretendeu montar uma equipa com um nível competitivo elevado, mas o desempenho acabou por superar as expectativas, mesmo apesar das difícil adaptação ao local onde decorreu a competição.

 

No decisivo encontro da fase de grupos, frente ao México, um país que trouxe a quarta maior delegação à Universíada de Taipé, Hugo Silva considera que este foi o momento decisivo, com “o jogo perfeito que premiou o grupo com o merecido diploma e passagem histórica aos quartos-de-final”.

 

 

Na fase a eliminar, o técnico nacional considera que Portugal tem ainda muito a evoluir para poder ombrear com as maiores potências da modalidade, tendo depois dado oportunidade aos estudantes-atletas menos utilizados na fase de grupos, para “sentirem, a jogar, a dimensão desta competição e eles próprios mostrarem o porque de fazerem parte deste grupo”.

 

A fase de definição da classificação final foi assim aproveitada para “evoluir entre os melhores do mundo e desafiando cada um a crescer nas batalhas que enfrentavam, justificando assim o porque de termos chegado ao grupo dos melhores dos melhores”.

 

um a crescer nas batalhas que enfrentavam, justificando assim o porque de termos chegado ao grupo dos melhores dos melhores”.

 

O Selecionador Nacional Universitário, que entretanto regressado de Taipé assumiu os destinos do Sporting Clube de Portugal, mostra-se “orgulhoso por ter liderado este grupo, num enorme desafio para todos”, agradecendo ainda à Federação Académica do Desporto Universitário “todo o apoio prestado com enorme profissionalismo, demostrado dia-a-dia e desejar muitos sucessos desportivos para o futuro”.

 

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