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Fases finais Guimarães 2019: Balanço final

 

Terminaram na sexta-feira as fases finais dos Campeonatos Nacionais Universitários Guimarães 2019 e a Associação Académica da Universidade do Minho destacou-se da concorrência ao somar cinco medalhas de ouro (voleibol masculino, hóquei em patins, futsal feminino, futebol e andebol masculino), quatro de prata e uma de bronze, num total de dez troféus conquistados.

 

No segundo lugar do ranking desta edição das fases finais ficou a Associação Académica de Coimbra, que conquistou três medalhas de ouro (rugby feminino, basquetebol masculino e futsal masculino), e duas de bronze. A Associação Académica da Universidade de Aveiro levou para a Veneza portuguesa uma medalha de ouro, alcançada pelas campeãs nacionais de basquetebol feminino, e três medalhas de bronze. A Associação de Estudantes da Faculdade de Economia do Porto também não foi de mãos a abanar para a cidade invicta e levou uma medalha de ouro, fruto da conquista do primeiro lugar no voleibol feminino, e ainda uma medalha de bronze.

 

A Associação de Estudantes do ISCTE-IUL e a Universidade do Porto levaram uma medalha de ouro cada uma (por terem conquistado, respetivamente, o primeiro lugar no rugby masculino e no andebol feminino), e a Associação Académica da Universidade de Évora levou duas pratas e um bronze para o Alentejo. Em duas finais, a Universidade Nova de Lisboa não foi além do segundo lugar e levou duas pratas para Lisboa. A Associação de Estudantes da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto somou uma medalha de prata e outra de bronze à sua sala de troféus.

 

A fechar o pódio de equipas medalhadas, estão a Associação Académica da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, a Associação de Estudantes da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto e a Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico, que levaram um troféu de prata cada uma. O Instituto Politécnico de Leiria e a Associação de Estudantes do Instituto Português de Administração de Marketing do Porto levaram um bronze cada.

 

Durante onze dias Guimarães foi palco da competição em oito modalidades, chegando ao final com um total de participação de 1621 atletas, 366 oficiais, 256 elementos da organização, 10 imprensa, 29 árbitros e dois observadores, num total de 2275 pessoas envolvidas de forma direta nas várias competições.

Minho levou mão cheia de ouro e Aveiro não foi de mãos a abanar

 

O último dia das fases finais dos Campeonatos Nacionais Universitários (CNU) ficou marcado pela emoção das decisões finais em seis modalidades. Em grande destaque estiveram a Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), que ganhou cinco troféus de ouro, e a Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv), vencedora no basquetebol feminino.

 

O voleibol masculino foi o primeiro a entrar em campo. A AAUM bateu a Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico (AEIST) por 3-1, e levantou o troféu no pavilhão de Azurém. Apesar da vitória no segundo set, a formação de Lisboa não conseguiu contrariar a ofensiva da academia minhota e ficou com o segundo lugar da prova. ‘Foi uma vitória complicada, mas conseguimos alcançá-la com muita dedicação e trabalho’, afirmou Tiago Marques, capitão da formação minhota, um rosto feliz, acentuado pelo facto de ser um troféu inédito na competição.

 

O Centro de Atividades Recreativas Taipense foi o palco da final de hóquei em patins. A final contou com a presença da turma do Minho e da NOVA, tendo a equipa da casa vencido por 1-0, garantindo o ouro. O treinador, José Pedro Silva, fez um balanço final: ‘sentimos mais apoio, tanto da parte da organização como da parte do clube’. Por outro lado, Alexandre Pontes, capitão dos minhotos, confessou que ‘a equipa já andava atrás deste título há uns bons anos’.

 

Em Azurém jogou-se a decisão final do futsal feminino entre a AAUM e a Associação de Estudantes da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto (AEFADEUP). A equipa do Minho venceu a formação da invicta por 3-0, assegurando o primeiro lugar da prova. ‘Inicialmente não acreditávamos que fosse possível vencer os CNU, mas à medida que fomos jogando, fomos acreditando cada vez mais’, referiu Ana Paula Costa, capitã de equipa. Relativamente ao desfecho final, o treinador Luís Silva classificou o momento como ‘gratificante’, sendo ‘a grande prestação defensiva’ o ingrediente chave para o sucesso da sua equipa.

 

No basquetebol feminino, a Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv) venceu a NOVA por 72-45, levantando a taça que lhes escapou no ano passado. Num jogo em que as aveirenses tiveram sempre na frente do marcador, as duas equipas deram uma boa réplica da modalidade de basquetebol. A capitã Ana Raimundo, do conjunto de Aveiro, desejou que as colegas que vierem ‘aproveitem e disfrutem sempre esta oportunidade’, uma vez que este é o último ano da atleta nos CNU. ‘Isto é resultado do esforço e dedicação do trabalho delas, tanto nos clubes como na AAUAv’, disse José Guerreiro, timoneiro das aveirenses.

 

No futebol masculino, só nos descontos é que a partida ficou decidida. Quando já todos pensavam no prolongamento, a AAUM fez mexer as redes da baliza da Associação Académica da Universidade de Évora (AAUE), com um golo de cabeça, e venceu por 1-0. Foi um balde de água fria para a equipa alentejana. Esta é a quinta vez que os minhotos conquistam o ouro no futebol. ‘Acima de tudo a equipa vale pela amizade, união e pelo orgulho de representar uma universidade que sempre nos deu tudo’, disse no final o capitão da AAUM, José Silva. Na mesma senda, o treinador, Michael Ribeiro, revelou o seu estado de espírito: ‘ganhar a final é ver o esforço de toda a equipa recompensado e eles merecem pelo esforço, trabalho e talento que têm’.

 

No andebol, a academia minhota começou a fabricar desde cedo uma vantagem sobre a Associação Académica da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, tendo saído vitoriosa por 50-27. A equipa da casa revalidou o título conquistado no ano passado, contribuindo para mão cheia de ouro da AAUM nas modalidades da segunda semana. ‘Fechamos com chave de ouro’, resumiu o treinador da equipa do Minho, Eduardo Fernandes, satisfeito por ter correspondido às expetativas que tinham para esta final. ‘Festejar em casa, e para mim em Guimarães de onde sou natural, é ainda mais especial!’, concluiu o capitão da AAUM, Nuno Silva.

 

Confira todos os resultados:

 

Voleibol masculino

AEFEUP 3-0 AAC (25-19, 25-15 e 27-25) – 3º/4.º Lugar

AEIST 1 - 3 AAUM (16-26, 25-21, 13-25 e 24-26) – Final

 

Hóquei em patins

AAUAv 9 - 3 FAIPL – 3.º/4.º Lugar

AAUM 1 - 0 NOVA - Final

 

Futsal feminino

AAUE 2 - 0 AEIST – 3.º/4.º Lugar

AAUM 3 – 0 AEFADEUP – Final

 

Basquetebol feminino

FAIPL 55 - 60 AAUM – 3.º/4.º Lugar

NOVA 45 - 72 AAUAv - Final

 

Andebol masculino

AEFADEUP 31 – 40 AEFEP – 3.º/4.º Lugar

AAUM 50 - 27 AAULHT - Final

 

Futebol

AEISCTE-IUL 1 - 1 AAC (5 - 6 após g.p.) – 3.º/4.º Lugar

AAUE 0 – 1 AAUM – Final

‘Estão a ser umas fases finais com um elevado nível de competitividade’

 

 

As fases finais dos Campeonatos Nacionais Universitários 2019 estão quase a chegar ao fim. Esta sexta-feira o ouro será entregue em seis modalidades: futebol, hóquei em patins, basquetebol feminino, voleibol masculino, andebol masculino e futsal feminino. Antes de apurar os últimos campeões nacionais universitários das fases finais falamos com o presidente da Federação Académica do Desporto Universitário (FADU), Daniel Monteiro, que nos fez um balanço dos dias intensos vividos até ao momento em Guimarães.

 

Que balanço faz, até agora, desta edição das fases finais dos Campeonatos Nacionais Universitários 2019?

Daniel Monteiro (DM) – Estão a ser umas fases finais e há um elevado nível de competitividade, como bem mostraram as finais que já aconteceram na última sexta-feira. A juntar a esse nível de competitividade temos tido sempre presente o espírito de fairplay que se pede em todas as competições desportivas e também a preocupação ambiental e social, com os atletas a aderir com naturalidade às iniciativas levadas a cabo no âmbito do Plano de Sustentabilidade. Até ao momento o balanço é muito positivo e tenho a certeza de que, depois do dia dez de maio, todos os envolvidos na competição estarão satisfeitos por terem feito parte desta edição.

 

Guimarães recebe, sozinha e pela segunda vez, as fases finais. A cidade acolhe o evento da melhor forma?

DM – Claro que sim. Desde o primeiro momento tivemos o apoio e entusiasmo das entidades locais, nomeadamente da Universidade do Minho, da Associação Académica da Universidade do Minho e da Câmara Municipal de Guimarães, que se disponibilizaram para ajudar a resolver todo o tipo de situações. A cidade veio também ao encontro da nossa preocupação ecológica uma vez que tem em prática o programa Guimarães Mais Verde. Fez todo o sentido esta escolha e toda a envolvência da cidade permitirá formar muito boas memórias dos dias aqui passados.

 

Os CNU 2019 são a primeira prova multidesportiva após a aprovação do estatuto estudante-atleta. Considera esta medida decisiva para o futuro dos estudantes que praticam desporto a nível profissional?

DM – A aprovação do estatuto de estudante atleta veio concretizar um desejo antigo da FADU no sentido de valorizar as carreiras duais e incentivar a prática desportiva no ensino superior. Este estatuto vem proporcionar melhores condições pedagógicas aos estudantes que praticam desporto quer nos quadros competitivos a nível universitário quer no das federações das respetivas modalidades, através de um quadro regulamentar que terá de ser implementado em cada uma das instituições de ensino superior e no qual a FADU pretende envolver-se, incentivando monitorizações e avaliações periódicas, de modo a garantir o seu sucesso e potenciar o seu impacto. E portanto, sim, é uma medida de extrema importância.

 

Que mensagem deixaria a todos os que estão a dar o seu contributo na competição?

DM – A todos os envolvidos na organização destas fases finais agradeço e enalteço o compromisso e bom trabalho realizado até aqui, que mantenham o nível de exigência nesta reta final, sejam eles membros da comissão organizadora local, voluntários, árbitros e juízes, médicos, fisioterapeutas ou técnicos desportivos. A todos os clubes, atletas e oficiais, desejo que aproveitem ao máximo esta reta final das fases finais e que possam continuar a ser verdadeiros embaixadores do desporto universitário.

 

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