A Seleção Nacional Universitária de Andebol deu por concluído na Quarta-feira, 25 de julho, o estágio de preparação para o Campeonato Mundial Universitário, que vai decorrer em Rijeka, na Croácia.
O estágio que decorreu em Guimarães, nas instalações da Universidade do Minho, serviu de preparação final para o Mundial Universitário, para o qual foi um grupo final de 14 estudantes-atletas.
Portugal vai defrontar na fase de grupos as seleções da Croácia, Lituânia, República Checa e Egito. A competição tem inicio marcado para o dia 30 de julho, com os encontros a decorrerem até ao dia 5 de agosto.
A Seleção Nacional Universitária de Andebol partiu no Sábado, 28 de julho, saindo do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, pelas 17h20.
Portugal parte para esta participação, a 5ª consecutiva em eventos da FISU, com o histórico da obtenção de dois títulos nas 3 últimas participações.
Depois do título masculino de campeão do mundo universitário em Guimarães 2014, obtivemos pela primeira vez uma medalha de ouro em Universíadas numa modalidade coletiva, com o título alcançado na Universíada de Gwangju em 2015.
A Seleção Nacional Universitária de Andebol masculina vai começar no dia 18 de julho o estágio de preparação para o Campeonato Mundial Universitário, que se disputa entre os dias 30 de julho e 5 de agosto, em Rijeka, na Croácia.
A equipa nacional conheceu já o sorteio, estando assim integrada no grupo A, onde vai defrontar as equipas da Croácia, do Egito, da República Checa e da Lituânia. Para o selecionador nacional universitário, Nuno Silva, “o grupo parece-me o mais forte da competição, pela tradição histórica das equipas na modalidade”.
Nuno Silva aponta a “Croácia como uma das grandes potências mundiais do andebol” e o Egito como “a melhor seleção africana de forma consecutiva”, reconhecendo que os países da zona do Báltico colocam sempre dificuldades acrescidas.
Ainda assim, o Selecionador Nacional Universitário considera que Portugal tem um grupo que vai lutar “para fazer o melhor possível” e que “a experiência internacional que já existe nalguns jogadores pode ser uma ajuda”, numa competição onde “vão experienciar diferentes formas de abordar o jogo”.
O grupo vai “partir” para estágio no dia 18 de julho, em Guimarães, numa parceria com a Universidade do Minho, estando reunida até ao dia 25 de julho, com interrupção pelo meio. Para o estágio foram convocados 15 estudantes-atletas, dos quais sairá uma lista final de 14, que vão ter a oportunidade de representar Portugal no Campeonato Mundial Universitário.
A partida da Seleção Nacional Universitária está prevista para 28 de julho, com a competição a ter inicio no dia 30 de julho, na cidade de Rijeka, na Croácia.
Esta é a 24ª edição do Campeonato Mundial Universitário de Andebol, um dos mundiais mais antigos da história da FISU, tendo o primeiro sido em 1963 em Lund, na Suécia. Em Antequera, Málaga, também se irá disputar simultaneamente o Mundial Universitário feminino.
Portugal parte para esta participação, a 5ª consecutiva em eventos da FISU, com o histórico da obtenção de dois títulos nas 3 últimas participações.
Depois do título masculino de campeão do mundo universitário em Guimarães 2014, obtivemos pela primeira vez uma medalha de ouro em Universíadas numa modalidade coletiva, com o título alcançado na Universíada de Gwangju em 2015.
Esta será também a quinta participação portuguesa em CMU de Andebol, desde a fundação da FADU em 1990, tendo a seleção nacional universitária masculina alcançado sempre resultados de pódio, exceção à última participação em 2016, que procura novamente reverter.
Ao longo destas 24 edições, Portugal foi anfitrião em 2: em 2000, nas cidades da Covilhã e Guarda, e em 2014 em Guimarães (esta edição contou também com a competição feminina).
A Seleção Nacional Universitária de Futsal masculina e feminina já conheceu a sorte no Campeonato Mundial Universitário, que vai disputar entre os dias 19 e 26 de agosto, em Almaty, no Cazaquistão.
A equipa masculina vai defrontar no grupo D, as equipas de Israel, China e Polónia. Para o técnico, Pedro Palas, “não é possível verificar a qualidade das equipas antes de as observar, porque neste contexto as mudanças são muitas”. Ainda assim, Pedro Palas explica que, “os polacos tradicionalmente apostam num futsal mais físico, mas a trocar bem a bola, enquanto a China tem um futsal mais de transições e de rapidez”. Quanto a Israel, Pedro Palas recorda-se que, “há dois anos atrás foram uma equipa muito competitiva e muito disponível”.
O treinador responsável pela seleção masculina considera assim que “o grau de dificuldade é elevado e tudo o que conhecemos para já são as características tradicionais de cada país”, reservando mais comentários para depois da análise feitas às equipas.
A equipa feminina, que vai disputar o grupo B, vai defrontar as seleções da Nova Zelândia, do Cazaquistão (que joga em casa) e de França. Para o técnico, Emídio Rodrigues, “o principal ponto positivo à partida é o facto de estarmos num grupo onde temos que disputar menos um jogo que as nossas adversárias, o que a nível físico é importante com o desenrolar da prova”.
Para o treinador da equipa feminina, “o segredo passa agora por trabalhar bem no estágio para aparecer da melhor forma na competição”, sabendo de antemão que um dos adversários é a equipa da casa, o Cazaquistão, que, “por jogar em casa conta sempre com um apoio extra”.
O Campeonato Mundial Universitário de Futsal vai decorrer em Almaty, Cazaquistão, entre os dias 19 e 26 de agosto e a comitiva nacional efetuou já três estágios de observação sob o olhar atento do Selecionador Nacional Universitário, Jorge Braz e dos técnicos da equipa masculina: Pedro Palas e Arménio Coelho e da equipa feminina: Emídio Rodrigues e Teresa Jordão.