Mundiais 2016

Portugal em estágio para definir equipa no CMU de Rugby 7s

 

 

 

A seleção feminina que vai representar Portugal no Campeonato do Mundo Universitário de Rugby 7s, entre 6 e 9 de julho, está em estágio, este fim de semana, antes de seguir para Swansea, no País de Gales (Reino Unido).

 

O selecionador nacional universitário, Luís Pissarra, chamou 15 estudantes-atletas para esta etapa de preparação que decorre no Estádio Universitário de Lisboa. Após este estágio será elaborada a lista definitiva com 12 nomes que terão oportunidade de participar no Mundial Universitário de Rugby 7s Feminino. 

 

Na sessão de apresentação da equipa, esta sexta-feira à noite, no Instituto Politécnico de Lisboa (IPL), Luís Pissarra começou por agradecer o apoio logístico do IPL que cedeu a residência universitária para alojar a comitiva e mostrou-se igualmente honrado com o investimento feito neste projeto. “Vai ser uma experiência riquíssima para esta equipa que tem o apoio da Federação Académica do Desporto Universitário e da Federação Portuguesa de Rugby, algo que nos deixa sensibilizados. O que temos pela frente não é um objetivo fácil mas estamos ansiosos e concerteza vamos honrar as nossas cores”, afirmou o selecionador universitário. 

 

Luis Cassiano Neves, Presidente da Federação Portuguesa de Rugby, enalteceu a mudança de mentalidades expressa na equipa feminina agora apresentada. “Estamos a iniciar uma caminhada e estas senhoras são o nosso motivo de orgulho. Começámos a construir pontes com a Federação Académica do Desporto Universitário e estou bastante satisfeito. Nós precisamos das universidades para expandir a modalidade, provavelmente precisamos mais nós do que elas deste bom entendimento.”

 

Por sua vez, o Presidente da FADU - Federação Académica do Desporto Universitário, Daniel Monteiro, realçou a importância desta parceria como sendo apenas o princípio de vários projetos comuns explicando, desde logo, que o rugby está na génese do Desporto Universitário. “Pretendemos contribuir para o desenvolvimento da modalidade e temos pela frente o desafio de, em conjunto, intensificarmos ações para fomentar e aumentar o número de praticantes.”

 

 

Após os discursos de ambos os presidentes federativos foi assinado um protocolo de desenvolvimento desportivo entre a Federação Académica do Desporto Universitário e a Federação Portuguesa de Rugby.

 

Elmano Margato, Presidente do Instituto Politécnico de Lisboa, encerrou a sessão desejando votos de boa participação à equipa nacional. “Mais do que ganhar aproveitem esta experiência e realizem-se pessoalmente. Este é o melhor período das vossas vidas. Divirtam-se! “ 

Ainda há esperança para Portugal

 

 

A seleção universitária portuguesa de andebol masculino perdeu por quatro golos frente à Roménia, esta terça-feira, 28 de junho, no segundo jogo da fase de grupos do Campeonato Mundial Universitário de Andebol. O marcador terminou nos 30-26 desfavoráveis para Portugal, que defrontou uma seleção mais forte fisicamente e não resistiu ao ataque irrepreensível dos jogadores romenos.

 

O jogo começou com Pedro Carvalho na baliza, à esquerda o lateral Vasco Santos e o ponta Diogo Branquinho, à direita o lateral Miguel Baptista e o ponta Ricardo Ramos, o central Miguel Martins e o pivô Francisco Leitão. Os primeiros 15 minutos foram renhidos, com as duas equipas a igualar por diversas vezes no marcador. A seleção romena operou um volte-face, ainda na primeira parte, ao manter o adversário português sempre à distância de 3 pontos. Na segunda metade do jogo Roménia-Portugal, a seleção de Leste esteve sempre à frente no marcador e venceu pela margem de 30-26.  

 

O melhor marcador em campo foi Ionut Nistor-Ionita com onze concretizações na baliza portuguesa. À semelhança do jogo de ontem, Diogo Branquinho, da Universidade do Minho, destacou-se na seleção lusa ao marcar oito golos. 

 

Amanhã, 29 de junho, a seleção portuguesa joga frente à Coreia do Sul o terceiro e último encontro da fase de grupos, transmitido em direto em www.wuchandball2016.com a partir das 15h30 (hora portuguesa). Portugal ainda poderá passar à fase seguinte, caso vença no jogo de amanhã e o Egipto perca frente à Roménia. Se assim acontecer, Portugal, Coreia do Sul e Egipto ficarão empatados com uma vitória e a diferença de golos servirá como critério de desempate. 

 

Andebol português à procura de novo título

 

 

 

Já são conhecidos os nomes dos 16 estudantes-atletas convocados para a seleção universitária de Andebol (Masculina) que irá representar Portugal no 23º Campeonato Mundial Universitário de Andebol que se realiza de 27 junho a 3 julho, em Antequera-Málaga, Espanha. O estágio de preparação dos portugueses começa dias antes, a 22 de junho, no Pavilhão da Escola Secundária José Régio, em Vila do Conde, com o apoio do Instituto Politécnico do Porto.

 

Vasco Santos (Instituto Politécnico do Porto), Miguel Martins (Instituto Universitário da Maia), Ulisses Ribeiro (Universidade de Aveiro), Alexandre Moura e Ricardo Barrão (Universidade de Lisboa), Diogo Branquinho e Pedro Carvalho (Universidade do Minho) e André Azevedo, Belmiro Alves, Carlos Santos, Francisco Leitão, Miguel Batista, Miguel Vieira, Nuno Carvalhais, Ricardo Ramos e Rúben Sousa (Universidade do Porto) são os estudantes-atletas convocados.

 

A seleção portuguesa universitária de andebol masculino é a equipa sobre a qual recaem todas as atenções, porque não só é a atual detentora do título alcançado em 2014 como foi a vencedora da Medalha de Ouro nas Universíadas do ano passado. Tiago Portas, selecionador nacional, mostra-se confiante no sucesso de Portugal, desde logo na fase de grupos. “A conclusão do ciclo de estudos e o próprio desgaste durante a época condicionaram a participação de alguns estudantes-atletas, como é o caso do capitão Pedro Seabra mas estamos num bom grupo e podemos encarar com ambição a defesa do título.” Do grupo onde está a seleção portuguesa, Egipto Índia, Roménia e Coreia do Sul, o técnico considera os romenos os principais adversários. “Não tanto pelos resultados a nível de seleção porque não têm obtido grandes feitos nos últimos tempos, mas pela tradição no ensino do andebol são claramente uma equipa difícil.”

 

O presidente da FADU - Federação Portuguesa de Desporto Universitário, Daniel Monteiro, sublinha a presença no próximo Mundial de equipas com tradição no andebol universitário mas acredita nas potencialidades portuguesas. “A nossa seleção apresenta-se jovem e renovada, com apenas quatro estudantes-atletas que transitam da última participação na Universíada de Verão 2015. São jogadores que apresentam um nível de experiência elevado, fruto das chamadas regulares a integrar as seleções nacionais mais jovens, portanto habituados a este nível competitivo.”

 

A comitiva portuguesa tem viagem marcada para Espanha, a 25 de junho, e a fase de grupos do Campeonato Mundial Universitário começa a 27 de junho. A fase eliminatória realiza-se nos dias 2 e 3 de julho.

 

CMU 2016: Portugal conhece adversários em Andebol, Rugby 7s e Futsal

 

Portugal já conhece os adversários que vai encontrar nos Campeonatos Mundiais Universitários de 2016 nas modalidades de Andebol, Rugby 7’s e Futsal. Os sorteios realizaram-se esta quarta-feira, 1 junho 2016, na sede da FISU (Federação Internacional Desporto Universitário), em Lausanne, na Suíça.

 

Daniel Monteiro, presidente da FADU - Federação Portuguesa de Desporto Universitário, encara com elevada expectativa a participação nacional nestes eventos desportivos internacionais: “As diversas seleções portuguesas têm vindo a apresentar-se com um elevado grau competitivo tanto em Campeonatos Mundiais Universitários como nas Universíadas de Verão. No andebol, em particular, jogaremos em Málaga para defender o título conquistado em 2014 e a medalha de ouro em 2015, nas Universíadas de Verão”. O Mundial Universitário de Andebol realiza-se de 27 junho a 3 julho 2016, em Málaga, Espanha. A equipa portuguesa integra o Grupo B juntamente com a Roménia, Egipto, Coreia e Índia. O Grupo A é encabeçado pela anfitriã Espanha à qual se junta a Rússia, Taiwan e Japão.

 

De 7 a 9 julho 2016 as atenções viram-se para o Reino Unido onde se realizam os Mundiais Universitários Rugby 7’s. Para o presidente da FADU, Daniel Monteiro, este é um momento extremamente importante para a equipa portuguesa: “para muitas estudantes-atletas esta participação representa a primeira experiência internacional e também um grande passo no desenvolvimento do Rugby 7’s feminino, que tem sido uma aposta recente da Federação Portuguesa de Rugby.” Vão apresentar-se no Campeonato Mundial, em Swansea, 10 equipas, sendo o grupo A composto pelo Reino Unido, França, Japão, Nova Zelândia e Itália. A seleção feminina de Portugal no grupo B vai defrontar as formações do Canadá, China, Austrália e Espanha.

 

A cidade de Goiânia, no Brasil, recebe de 3 a 10 julho 2016 os Campeonatos Mundiais Universitários de Futsal onde se reúnem 12 equipas masculinas. A Rússia, que vai defender o título, calhou no grupo C onde está também Portugal, Tailândia e França. Na competição feminina, Portugal vai encontrar-se no Grupo B com a Rússia, México, Argentina e a Colômbia.

 

Daniel Monteiro, presidente da Federação Portuguesa de Desporto Universitário recorda que Portugal tem um largo historial no Futsal e a equipa masculina até já foi campeã mundial em 2008. “É uma competição com um nível muito forte, já que grande parte das formações universitárias estrangeiras se apresentam nesta competição com atletas das seleções seniores. Muitos dos nossos atletas universitários têm igualmente muita experiência, por via de diversas chamadas às seleções nacionais mais jovens, pelo que contamos fazer um bom campeonato do mundo. Passando a fase de grupos, tudo poderá acontecer”.

  

Nas próximas semanas serão conhecidos os convocados para as diferentes competições.

André Crispim quinto no Campeonato Mundial Universitário de Estrada

 

O português André Crispim foi hoje o quinto classificado na prova de fundo do Campeonato Mundial Universitário, disputada em Tagaytay, Filipinas. Por sua vez, Gaspar Gonçalves, apesar de ter estado nos primeiros lugares da corrida, não conseguiu completar a prova de 128 quilómetros devido à elevada temperatura e intensa humidade que se fazia sentir. 

 

O resultado de André Crispim melhora o 16.º lugar de José Mendes, conseguido na única participação portuguesa no mundial universitário antes da competição de 2016. Já ontem, na prova de critério, André Crispim estivera em bom plano, terminando na quarta posição. No critério Gaspar Gonçalves foi sexto. 

 

Os estudantes-atletas regressam a Portugal na terça-feira, dia 22, após a cerimónia de encerramento do campeonato. Durante este evento, a Federação Académica do Desporto Universitário, a Associação Académica da Universidade do Minho e a Universidade do Minho vão receber a bandeira da Federação Académica do Desporto Universitário, assinalando assim a entrega da organização do Campeonato Mundial Universitário de Ciclismo de 2018 às entidades portuguesas.

Portugal luta pelo quinto lugar no Campeonato Mundial Universitário de Andebol

 

 

 

A seleção universitária portuguesa de andebol masculino defrontou esta quarta-feira, 29 de junho, a Coreia do Sul, no terceiro e último jogo da fase de grupos do Campeonato Mundial Universitário de Andebol, que está a decorrer em Málaga, Espanha. A equipa lusa somou a terceira derrota pela diferença mínima de 33-34, num jogo bastante equilibrado.

 

Na primeira parte a equipa portuguesa foi quase sempre superior, mas a seleção coreana nunca deixou que a vantagem dos lusos fosse para além dos três golos. Aos 20 minutos, os coreanos conseguiram chegar ao empate e a partir daí foram cinco minutos muito equilibrados, com o marcador a registar o empate de 15-15 ao intervalo. Na segunda metade do jogo Portugal-Coreia do Sul, inverteram-se os papéis e a vantagem manteve-se no lado dos coreanos. Na parte final da partida, a seleção portuguesa ainda tentou diminuir a pequena diferença que existia entre as duas equipas, mas o resultado final foi 33-34.

 

O melhor marcador em campo foi o jogador da equipa coreana Jaeseo Lim com a concretização de dez golos na baliza lusa. À semelhança dos dois jogos anteriores, o português Diogo Branquinho, da Universidade do Minho, foi quem mais se destacou, com sete golos. 

 

Com as três derrotas na primeira parte da competição, Portugal não passa às fases finais, mas ainda pode lutar pelo quinto lugar. Para tal acontecer tem de vencer os dois jogos que se seguem.

 

A seleção portuguesa defronta na próxima sexta-feira, 1 de julho, o terceiro classificado do Grupo A, China ou Rússia. O encontro será às 15h30 (hora portuguesa) e pode ser acompanhado em direto em www.wuchandball2016.com.

 

 

 

Falsa partida na estreia no Mundial Universitário de Andebol

 

 

Portugal jogou esta segunda-feira, 27 de junho, o primeiro jogo da fase de grupos do Campeonato Mundial Universitário de Andebol que está a decorrer em Málaga, Espanha. A seleção portuguesa universitária de andebol masculino perdeu pela margem mínima de 24-26 contra o Egipto num encontro equilibrado mas quase sempre dominado pela equipa adversária. Diogo Branquinho, Francisco Leitão, Miguel Baptista, Miguel Martins, Nuno Carvalhais, Pedro Carvalho e Ricardo Ramos integraram o sete inicial frente a uma seleção egípcia vitoriosa logo desde a primeira parte, ainda que com uma vantagem de apenas três pontos no final dos primeiros 30 minutos. A segunda metade do jogo continuou com domínio egípcio mas os portugueses conseguiram recuperar a quatro minutos do final, igualando o resultado para 23-23. A rapidez e a superioridade no 1x1 acabaram por garantir um resultado final de 24-26 a favor da seleção do Egipto.

 

Diogo Branquinho, da Universidade do Minho, foi o melhor marcador da seleção portuguesa universitária de andebol masculino, com nove concretizações na baliza adversária. Do Egipto, destaque para Shady Ramadan, com oito golos marcados.

 

 

Amanhã, 28 de junho, o segundo jogo de Portugal será contra a seleção romena, a partir das 15h30 (hora portuguesa) com transmissão em direto em www.wuchandball2016.com.

 

No Mundial Universitário de Andebol estão a competir 16 seleções vindas de 11 países (Coreia do Sul, Egipto, Espanha, Índia, Japão, Polónia, Portugal, Républica Checa, Roménia, Rússia, Taipe Chinesa e Uruguai). 

Portugal marca presença no 15º CMU de Futsal

 

 

Foi divulgada na passada quinta-feira, 16 de junho, a convocatória oficial das duas seleções universitárias de Futsal (Masculina e Feminina) que irão representar Portugal no Campeonato do Mundo Universitário de Futsal 2016, que se realiza em Goiânia, no Brasil, de 2 a 10 de julho.

 

O selecionador nacional Jorge Braz convocou 16 estudantes-atletas para cada uma das equipas - Masculina e Feminina – para o estágio de preparação que tem início este domingo, 19 de julho, em Aveiro. Segundo o técnico português este processo de trabalho está inserido numa visão global do futuro da modalidade: “O futsal universitário é um espaço de excelência para o desenvolvimento da modalidade em Portugal! Basta recordar a quantidade de internacionais A que começaram nas seleções universitárias. Na convocatória masculina, por exemplo, muitos atletas são internacionais Sub 19 e Sub 21, ou da seleção B. No conjunto feminino, muitas representam o desporto universitário e já têm como possibilidade imediata chegar à seleção A.” Após a primeira semana de estágio, a lista será reduzida ao número final de 14 estudantes-atletas por seleção.

 

A seleção masculina portuguesa tem um longo historial de participações em Mundiais tendo alcançado em 2008 o título de Campeão Universitário. Na vertente feminina, esta é apenas a quinta vez que o Mundial se realiza e Portugal participou em todas as edições. A seleção feminina já conquistou dois títulos de vice-campeã mundial universitária e um 3º lugar. Para o selecionador Jorge Braz a tarefa deste ano não é fácil: “O Mundial tem uma exigência elevadíssima, alguns países apresentam-se com seleções muito próximas do que são as formações A dos seus países. Do ponto de vista desportivo será uma prova de extrema dificuldade, mas simultaneamente será excelente para testar os níveis de superação destes estudantes-atletas.” Jorge Braz  é prudente e já tem os objetivos bem traçados: “Neste momento temos de nos concentrar em passar as fases de grupos, em ambas as seleções, e ir vendo, etapa a etapa, até onde é possível avançar.”

 

Daniel Monteiro, presidente da FADU - Federação Portuguesa de Desporto Universitário, encara com elevada expectativa a participação nacional no Campeonato do Mundo Universitário de Futsal 2016: “São seleções que, apesar da média de idades ser baixa, têm um elevado nível de experiência, com jogadores (as) que contam já com várias chamadas às seleções nacionais mais jovens, o que vem comprovar a qualidade dos convocados (as).” Daniel Monteiro não esconde: “espero que consigamos, através destas duas selecções, passar a fase de grupos. Depois, entrando nos jogos a eliminar, tudo será possível!".

 

A comitiva nacional partirá para o Brasil a 1 de julho e a fase de grupos começa a 3 de julho para as mulheres e no dia seguinte para os homens. As finais realizam-se a 10 de julho.

Montemor-o-Velho recebe Mundial Universitário de Canoagem

 

Foi apresentada esta terça-feira, na Universidade de Coimbra, a 7ª edição do Campeonato Mundial Universitário de Canoagem 2016, que se realiza de 7 a 10 de junho em Montemor-o-Velho. A competição, a decorrer no Centro de Alto Rendimento, vai contar com a presença de países dos cinco continentes e cerca de 250 atletas.

 

Na seleção universitária portuguesa, divulgada também nesta ocasião, há 24 atletas estudantes (17 homens e sete mulheres) que pertencem a nove instituições de ensino superior, sendo a Universidade de Coimbra, com oito convocados, a que contribui com maior número de atletas que, na esmagadora maioria, residem em permanência no Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho. Francisca Laia é o nome mais conhecido da lista divulgada esta terça-feira, até porque é o único que está já apurado para os Jogos Olímpicos. Existem outros elementos sobre quem recaem muitas expectativas, uma vez que têm bons históricos a nível internacional nas categorias de juniores e sub-23.

 

“É a primeira vez que se organiza em Portugal um Campeonato do Mundo de Canoagem e este evento foi-nos atribuído em condições muito especiais e de urgência. Só a convergência de vários parceiros tornou esta organização possível”, congratulou-se Mário Santos, Presidente do Comité Organizador, aproveitando para saudar a forte união entre Universidade de Coimbra, Federação Académica de Desporto Universitário, Associação Académica de Coimbra, Federação de Canoagem e os Municípios de Montemor-o-Velho e Coimbra que permitiu trazer o evento para Portugal.

 

Os Mundiais Universitários de Canoagem estiveram inicialmente previstos para o mês de setembro, no México, mas acabaram por ser cancelados e Portugal aceitou o desafio para, em tempo recorde, organizar o evento.

 

Na cerimónia o Presidente da Federação Portuguesa de Canoagem, Vítor Felix, elogiou a capacidade de organização de todos os parceiros e destacou a presença na Seleção Nacional Universitária de alguns dos atletas que fazem parte dos convocados olímpicos que vão estar presentes no Rio de Janeiro, entre eles a estudante do 4º ano de Medicina, Francisca Laia.

 

No discurso de Daniel Monteiro, Presidente da FADU, foi salientado o Mundial Universitário de Canoagem como um evento estratégico. “Encaramo-lo assim porque representa a nossa estratégia de desenvolvimento da prática desportiva associada à formação superior. Defendemos que Portugal e as suas instituições são capazes de promover estas condições aos atletas para a definição de percursos que conciliem a vida académica com o fomento desportivo. Esta é a nossa aposta, é algo em que acreditamos como projeto de futuro.”

 

 

Em termos desportivos, Daniel Monteiro acredita que este é um evento que coloca definitivamente Coimbra no mapa do Desporto Universitário e nele deposita grandes expectativas em termos de resultados. O Presidente da FADU destacou ainda a forte parceria com a Federação Portuguesa de Canoagem afirmando que é um exemplo de colaboração para outras federações desportivas.

 

Por último, o Reitor da Universidade de Coimbra, João Gabriel Silva, deu ênfase ao investimento que a instituição está a fazer a vários níveis para a promoção do Desporto Universitário.“Esta prática representa para nós um ativo importante. Estamos a fazer a recuperação de infraestruturas como o Estádio Universitário e uma série de eventos que permitem dar condições e motivar todos para o desporto. O Mundial de Canoagem é mais um passo nesse sentido.

 

Em jeito de alegoria e aludindo às técnicas da modalidade, João Gabriel Silva afirmou que todos têm de estar alinhados e sincronizados, caso contrário é mais difícil obter resultados. ”Em Coimbra e em Portugal, de uma maneira geral, não somos muito conhecidos por conjugar estas vontades como aconteceu no caso da organização do Campeonato Mundial Universitário de Canoagem, por isso expresso a minha palavra de apreço para a conjugação de esforços e de interesses.”

 

A Cerimónia de Abertura do 7º Campeonato Mundial Universitário de Canoagem 2016 vai acontecer na terça-feira, 7 de junho, às 18 horas, no Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho. As provas realizam-se entre 8 e 10 de junho.

 

A última participação de Portugal no Campeonato Mundial Universitário de Canoagem foi em Kazan, na Rússia, em 2013, onde se destacou Fernando Pimenta em K1 ao vencer as provas de 500 e 1000 metros.

André Crispim à porta do pódio

 

André Crispim e Gaspar Gonçalves começaram o Campeonato Mundial Universitário de Ciclismo, em Tagaytay, Filipinas, com um excelente desempenho, que lhes valeu o quarto e o sexto lugares, respetivamente, na prova de critério, disputada na madrugada desta quinta-feira, dia 17. 

 

A corrida disputou-se ao longo de 30 voltas a um circuito duríssimo, num subir e descer constante, totalizando 50 quilómetros. "O circuito era tão difícil que a organização teve de reduzir o número de voltas previstas, passando a corrida de 80 para 50 quilómetros", explica o selecionador nacional de estrada, José Poeira. 

 

Gaspar Gonçalves começou mais forte, batendo-se por pontuar nos sprints intermédios - no critério vence o corredor com maior número de pontos e não, obrigatoriamente, aquele que corta a meta em primeiro lugar. O lamecense pagaria esse esforço na fase final, perdendo fôlego nos últimos quilómetros. 

 

"O André Crispim fez uma corrida em crescendo. Com o avançar da prova foi progredindo e somando pontos. Acabou por ser o segundo ciclista a cortar a meta, num pelotão completamente fracionado. Se a prova fosse mais extensa estou convencido de que conseguiria chegar ao pódio", avalia José Poeira. 

 

Os lugares do pódio foram conquistados, em primeiro lugar, pelo atleta da casa Ryab Cayubit, com 19 pontos, seguido pelo alemão Alexander Weifenbach, com menos um ponto que o filipino. A medalha de bronze foi para o autraliano Cyrus Monk (11 pontos). André Crispim somou 8 pontos, o que lhe valeu a quarta posição, mais dois do que o compatriota Gaspar Gonçalves, que foi sexto entre os 47 participantes. 

 

André Crispim e Gaspar Gonçalves competem amanhã na prova de fundo do Campeonato Mundial Universitário de Ciclismo. É uma corrida de 128 quilómetros, com início às 4h00 (hora portuguesa). 

 

 

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