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Diogo Branquinho e Carlos Martins visitam Museu FADU

 

Diogo Branquinho, jogador do Sporting CP e internacional pela Seleção Nacional de Andebol, e Carlos Martins, atleta do ABC de Braga, visitaram o Museu FADU, onde foram recebidos pelo Presidente da FADU Portugal, Diogo Salgado Braz. Os antigos estudantes-atletas integraram a Seleção Nacional Universitária de Andebol que conquistou o título de Campeã Mundial Universitária, em Guimarães, no ano de 2014, onde para chegar ao título, os portugueses ultrapassaram o Egito (34-29) e a China Taipé (32-20) na fase de grupos, a Rússia (32-25) nos quartos-finais, a Espanha (27-33) na semifinal e o Brasil foi a última “barreira” mas a mais saboreada, pois no final desta lá estava o título de Campeão Mundial Universitário 2014.

 

A visita proporcionou um momento de reencontro com a história do desporto universitário português, permitindo aos dois atletas revisitar um dos momentos mais marcantes das suas carreiras: a conquista do Campeonato do Mundo Universitário de Andebol, disputado em Portugal.

 

Ao longo da visita, Diogo Branquinho e Carlos Martins tiveram oportunidade de conhecer as mais recentes incorporações do Museu FADU e revisitar objetos, equipamentos, fotografias e outros elementos que retratam o percurso da FADU Portugal nas competições internacionais universitárias, com especial destaque para o histórico título mundial conquistado em Guimarães.

 

A presença dos dois antigos estudantes-atletas simboliza a ligação duradoura entre o desporto universitário e o alto rendimento, demonstrando o papel da FADU Portugal no desenvolvimento de atletas que continuam a representar o país e os seus clubes ao mais alto nível.

 

Portugal sagra-se Vice-Campeão do Mundo de Futsal Masculino

A Seleção Nacional Universitária Masculina de Futsal vendeu cara a derrota frente ao Brasil na final do Campeonato do Mundo de Futsal, em Varsóvia. Depois de ter caído nos quartos-de-final da competição em 2024, a formação comandada por Pedro Palas e Luís Silva chegou, desta vez, à final e soube reagir ao poderio do Brasil. A capacidade de resposta da equipa permitiu-lhe chegar à reta final do jogo em busca do empate e a partida só ficou totalmente fechada a 9 segundos do fim. A comitiva portuguesa chega a Lisboa esta quarta-feira, 8 de julho, pelas 12h35 locais.

 

 

A Seleção Nacional Universitária Masculina sagrou-se, esta terça-feira, vice-campeã do Mundo depois de ter perdido frente ao Brasil por 8-5. Embora o resultado possa deixar antever facilidades para a seleção brasileira, a verdade é que tal não aconteceu. A formação orientada por Pedro Palas e Luís Silva demonstrou sempre uma boa capacidade de resposta à vantagem que o Brasil ia construindo e nunca deixou o adversário totalmente confortável na partida.

 

Prova disso é que, depois de o Brasil ter chegado ao 4-1, ainda na 1ª parte, Portugal não baixou os braços e foi reagindo à adversidade, colocando-se constantemente a dois golos de distância e deixando o adversário em sentido até ao final do jogo.

 

Depois de ter, em 2024, ter ficado pelo caminho nos quartos-de-final, eliminado pela Croácia, Portugal registou um percurso bem mais positivo este ano ao atingir a final da competição. A determinação e vontade de dar a volta aos acontecimentos foram trunfos que ajudaram a manter a equipa ligada do primeiro ao último minuto de jogo, literalmente. Isto porque, nos últimos minutos, Portugal apostou no guarda-redes avançado e ainda chegou ao 7-5, dispondo de oportunidades para reabrir e, até, empatar a partida. Contudo, um golo brasileiro a 9 segundos do fim, acabou por liquidar as aspirações portuguesas.

 

No fim do jogo, o Selecionador Nacional Pedro Palas reconheceu que a entrada em jogo ficou aquém do expectável, mas ao mesmo tempo elogiou o carácter de um grupo que nunca desistiu de lutar: “Tal como todas as finais, elas têm de ser jogadas na máxima concentração possível. Demos uma parte de avanço ao Brasil, errámos onde não podíamos ter errado. Mas estes miúdos têm um carácter enorme e o carácter deles fez com que o Brasil abanasse na segunda parte. Lutámos, apostámos no 5x4, marcámos, eles abanaram. Tivemos ocasiões para fazer mais um ou dois golos e até igualar. Não fizemos, e quando não matamos, acabamos sempre por ver o outro lado da moeda.”

 

Em jeito de conclusão, Pedro Palas considera que a equipa deve ficar orgulhosa com o que conseguiu neste Mundial. “É um resultado demasiado expressivo para aquilo que foi o jogo deles. Mas é o futsal. Temos de sair de cabeça levantada e com um orgulho por este processo de preparação. Não era o resultado que queríamos, mas acima de tudo foi um honra liderar estes miúdos neste torneio”, referiu, acrescentando que este resultado significa, também, as “dores de crescimento” de que “esta equipa jovem, talvez a mais jovem do torneio” precisa para ganhar maturidade neste tipo de jogos no futuro.

 

Rafael Freire acredita que os erros cometidos neste jogo, frente ao Brasil, vão ajudar o grupo no futuro. “Saio deste torneio muito orgulhoso com o que fizemos como equipa. Crescemos muito durante este mês de estágio. Mas em jogos como este, os erros pagam-se caro. Contudo, vão servir de lição para o futuro”, adverte o capitão de equipa, admitindo que o grupo deu uma boa resposta depois de uma primeira parte menos conseguida. A conversa no balneário funcionou. “Sabíamos que tínhamos de mudar alguma coisa. Mostrámos atitude na segunda parte. Tentámos, não conseguimos. É um desgosto acabar em 2º lugar, mas trazemos a medalha de prata para casa. E vamos aprender com os erros”

 

Grupos

A Seleção Nacional Universitária Feminina integrou o Grupo A, juntamente com Polónia, Costa Rica, Estados Unidos da América e Taipé Chinês.

Já a Seleção Nacional Universitária Masculina ficou integrada no Grupo B, onde mediu forças com Brasil, Finlândia e Israel.

 

Calendário de jogos

Seleção Nacional Universitária Masculina

1 de julho (quarta-feira)
- 09h00| Portugal, 2 x Finlândia, 0

2 de julho (quinta-feira)
- 12h00| Brasil, 1 x Portugal, 1

3 de julho (sexta-feira)
- 12h00| Portugal, 21 x Israel, 0

5 de julho (domingo) – Quartos-de-final
- 18h00| Portugal, 4 x Líbano, 1

6 de julho (segunda-feira) – Meias-Finais
- 18h00| Portugal, 8 x Chéquia, 4

7 de julho (terça-feira) – FINAL
- 18h00| Portugal, 5 x Brasil, 8

  

Seleção Nacional Universitária Feminina

1 de julho (quarta-feira)
- 15h00| Polónia, 1 x Portugal, 2

2 de julho (quinta-feira)
- 15h00| Portugal, 8 x Costa Rica,1

4 de julho (sábado)
- 15h00| Portugal, 10 x Estados Unidos da América, 1

5 de julho (domingo)
- 12h00| Portugal, 6 x Taipé Chinês, 0

6 de julho (segunda-feira) – Meias-Finais
- 09h00 | Alemanha, 0 x Portugal, 3

7 de julho (terça-feira) - FINAL
- 15h00 | Portugal, 0 x Brasil, 3

Margarida Carvalho conquista troféu de Melhor Marcadora no Mundial Universitário de Futsal

A estudante-atleta portuguesa Margarida Carvalho sagrou-se a melhor marcadora do Campeonato Mundial Universitário de Futsal Feminino 2026, que teve lugar em Varsóvia, na Polónia. A ala da comitiva lusa fechou o torneio com um registo impressionante de 11 golos marcados, assumindo-se como a principal referência ofensiva das quinas ao longo de toda a prova internacional.

 

 

Margarida Carvalho, que estuda na Universidade da Maia cotou-se como uma das jogadoras em maior destaque no torneio da FISU. O seu faro pelo golo e exibições consistentes foram determinantes para impulsionar a Seleção Nacional Universitária Feminina até ao jogo decisivo da competição.

 

O percurso de excelência da comitiva portuguesa culminou com a conquista do título de vice-campeã do mundo, após uma caminhada de enorme nível em solo polaco. Este prémio individual atribuído a Margarida Carvalho não só coroa a eficácia e o talento da ala, como também atesta a qualidade e o potencial do futsal universitário feminino português no panorama internacional.

Diogo Salgado Braz: "Regressamos a Portugal de cabeça erguida."

O desporto universitário português viveu mais uma página dourada da sua história em Varsóvia, com a conclusão do Campeonato Mundial Universitário de Futsal de 2026. Numa competição que reúne anualmente a elite mundial da modalidade, as seleções nacionais universitárias, feminina e masculina, subiram ambas ao pódio como vice-campeãs do mundo, um feito notável que encerra a participação lusa na Polónia.

 

 

Diogo Salgado Braz, presidente da Federação Académica do Desporto Universitário (FADU Portugal), fez o balanço desta caminhada e destacou o orgulho incomensurável no desempenho das duas comitivas. Embora o desfecho das duas finais frente ao Brasil tenha trazido o amargor próprio de quem compete focado na vitória, o líder federativo sublinhou que a medalha de prata consagra um processo contínuo de excelência, resiliência e crescimento do desporto universitário.

 

Segundo o presidente da FADU, estes resultados são o reflexo direto de um trabalho estruturado e da parceria estratégica que a federação mantém com a Federação Portuguesa de Futebol (FPF). Esta cooperação institucional e técnica na gestão das seleções nacionais universitárias de futsal eleva e prestigia enormemente a modalidade, permitindo proporcionar aos estudantes-atletas condições de preparação de excelência para levarem a identidade e o ADN do futsal português para o contexto universitário mundial.

 

A Seleção Feminina, liderada por Ricardo Azevedo e Luís Conceição, acabou por ser derrotada pela equipa brasileira por 3-0, num jogo difícil em que a equipa portuguesa se mostrou superior na primeira parte e teve várias oportunidades para marcar. Por seu turno, a Seleção Masculina, orientada por Pedro Palas e Luís Silva, protagonizou uma notável caminhada de superação, após ter ficado pelos quartos de final em 2024. Sendo uma das equipas mais jovens do torneio, os atletas portugueses mostraram um carácter gigante na final, lutando com o coração em campo até aos segundos finais, fechando o marcador em oito a cinco.

 

Diogo Salgado Braz lembrou que a FADU Portugal trabalha há trinta e seis anos para que o desporto seja uma dimensão estruturante da vida académica. O percurso em Varsóvia prova que é perfeitamente possível conciliar a exigência do ensino superior com o rendimento desportivo ao mais alto nível. No encerramento da competição, o Presidente deixou o seu mais profundo agradecimento a todos os atletas, equipas técnicas e staff, reforçando que estas "dores de crescimento" servem para ganhar maturidade e construir o caminho para os títulos de amanhã.

Portugal na Final do Campeonato do Mundo Universitário de Futsal Feminino

A Seleção Nacional Universitária Feminina de Futsal garantiu o apuramento para a grande final do Campeonato do Mundo Universitário de Futsal 2026, a decorrer em Varsóvia, na Polónia. No encontro das meias-finais, disputado esta segunda-feira, dia 6 de julho, as estudantes-atletas portuguesas venceram a congénere da Alemanha por 3-0, confirmando o favoritismo e a excelente forma que têm demonstrado ao longo de todo o torneio.

 

 

A formação orientada por Luís Conceição e Ricardo Azevedo entrou no jogo diante das alemãs de forma fulgurante, inaugurando o marcador logo aos 27 segundos da primeira parte por intermédio de Inês Couto. Com a vantagem de 1-0 ao intervalo, Portugal soube contrariar a forte dimensão física da equipa germânica e dilatou a vantagem na etapa complementar. Inês Padinha assinou o 2-0 quando estavam decorridos 18 minutos e um segundo do segundo tempo, tendo Laura Dias selado o resultado final em 3-0 com um golo aos 10 minutos e 55 segundos.

 

Em declarações prestadas após o apito final na plataforma de comunicação da comitiva, Inês Couto considerou que foi "um jogo bem conseguido da nossa parte". A camisola nacional admitiu alguma ansiedade inicial: "Os primeiros cinco, dez minutos entrámos um pouco nervosas, mas fomos fazendo as nossas coisas que trabalhámos ao longo do tempo para conseguir". Sobre o seu golo madrugador, a universal não escondeu o orgulho: "O primeiro golo para mim foi muito especial porque é o meu primeiro golo por Portugal. É sempre bom marcar com esta equipa porque somos muito unidas e sinto sempre o apoio delas".

 

O Selecionador Ricardo Azevedo corroborou a análise e apontou que a grande chave para o triunfo diante das germânicas residiu na postura sem bola: "O aspeto mais importante foi a atitude defensiva. Eu disse-lhes, se elas tivessem noção, a maioria dos nossos golos nascem de boas organizações defensivas. Estamos fortes a defender, estamos a dar tudo e isso é algo que ajuda as equipas a chegarem mais perto do grande objetivo".

 

Apesar do resultado categórico, Ricardo Azevedo alertou que a equipa ainda demonstrou alguma falta de discernimento no último passe devido ao cansaço acumulado: "Criámos bastantes oportunidades, mais continuamos ainda, ali no último passe, no último momento, ainda nos falta um bocadinho de força para decidir melhor. Porque a decisão também leva a interferência do estado físico". O técnico enfatizou que estes momentos servem de aprendizagem para que as jogadoras compreendam a necessidade de uma preparação física e mental robusta.

 

Esta vitória coroa um percurso irrepreensível da comitiva lusa em território polaco, que chegou às meias-finais após liderar o seu grupo com quatro vitórias em quatro jogos, incluindo uma goleada por 6-0 frente à China Taipé no último jogo da fase de grupos. O objetivo traçado de levar o futsal nacional ao topo do mundo está agora a apenas um passo de se concretizar no embate decisivo com as canarinhas. "O nosso objetivo sempre foi ganhar o Mundial e acho que estamos preparadíssimas para ganhar. Sinto mesmo que estamos muito confiantes e vamos ganhar", garantiu convicta Inês Couto.

 

Para o duelo com o Brasil, a receita técnica já está traçada. Ricardo Azevedo assegurou que as prioridades absolutas passam por manter "a defesa e a cabeça". O selecionador adjunto apelou a um foco total e isolado de fatores externos: "É não dar nada a defender e ter sempre a cabeça no lugar. Não deixar que o adversário no estilo de jogo, fisicamente, por contactos, nos tire do jogo; não deixar que os árbitros nos tirem do jogo (...) não deixar que a bancada nos tire do jogo. Temos de viver para nós. Amanhã temos de viver para nós. Aqui só interessa a minha colega do lado, a minha colega que está no banco. Se continuarmos a viver assim, acho que podemos ser felizes".

 

A grande final do Campeonato do Mundo Universitário de Futsal Feminino realiza-se já amanhã, terça-feira, dia 7 de julho, pelas 16h00 (horário local de Varsóvia). Os adeptos portugueses poderão acompanhar todas as emoções da discussão pelo título mundial e apoiar as cores nacionais através da transmissão em direto no Canal 11.

Portugal é Vice-Campeão do Mundo de Futsal Feminino

A Seleção Nacional Universitária Feminina de Futsal enfrentou a poderosa equipa do Brasil na final do Campeonato do Mundo de Futsal e repetiu o segundo lugar alcançado em 2024. Depois de uma primeira parte em que a equipa de Ricardo Azevedo dispôs de várias oportunidades para construir uma boa vantagem, a segunda metade revelou-se um castigo demasiado pesado para a exibição da equipa portuguesa.

 

 

A Seleção Nacional Universitária Feminina sagrou-se vice-campeã em mais uma edição do Campeonato do Mundo de Futsal, após perder por 3-0 frente ao favorito Brasil. Num jogo que só ficou resolvido na 2ª parte, a equipa de Ricardo Azevedo apresentou-se a um nível superior na primeira metade, fase em que podia ter construído uma vantagem confortável, dadas as oportunidades criadas.

 

Depois da derrota averbada em 2024, a formação comandada por Ricardo Azevedo e Luís Conceição mostrou-se em bom nível neste Mundial, mas não conseguiu repetir a proeza que alcançara em 2022, quanto bateu a canarinha por 5-4 em penáltis, depois do 5-5 verificado após prolongamento.

 

Em Varsóvia, e depois de um nulo na 1ª parte, os golos de Eveli Calou e Vitória Borges, no espaço de 49 segundos, tornaram a missão de Portugal muito complicada, embora ainda houvesse quase toda a segunda metade para jogar. Contudo, o azar bateu à porta quando, na fase de maior pressão sobre a equipa brasileira e já a atuar com guarda-redes avançada, a capitã Catarina Lopes, que desempenhava essa missão, acabou por a fechar o resultado com um inesperado autogolo. O 3-0 encerrou, definitivamente, as contas numa altura em que um golo de Portugal iria reabrir a discussão pelo resultado.

 

No fim do jogo, o Selecionador Ricardo Azevedo não deixou de atribuir mérito ao novo campeão do Mundo, mas reconheceu que a falta de lucidez nos momentos-chave limitou Portugal: “Na realidade, vendo a história do jogo, eu diria que fomos melhores em todos os momentos. Não desfazendo o mérito do Brasil, obviamente, que estrategicamente percebeu não conseguia jogar de igual para igual connosco, e foi defender baixo, apostar nas transições e nos nossos erros. Podíamos ter acabado com o jogo na 1ª parte se – e este é o problema, é sempre o se – finalizássemos em condições, se o último passe fosse melhor, e se no cansaço mantivéssemos a lucidez”.

 

A final acabou por decidir-se no fator que Ricardo Azevedo havia indicado no lançamento do jogo. “O fator que que eu disse que ia decidir, decidiu”, disse, acrescentando: “Os golos são ofertas nossas. Se eliminássemos essas ofertas, pelo menos íamos a prolongamento. Mas a equipa está de parabéns, com muita gente nova, que pela primeira vez esteve numa final, mostrou carácter e vontade. Há que aprender com os erros e melhorar.”

 

Por fim, Ricardo Azevedo quis deixar uma mensagem à Seleção Nacional de Futebol e a Roberto Martínez: “Quero dar os parabéns à Seleção Nacional de Futebol e ao nosso selecionador, que se vai embora, mas que acho que fez um excelente trabalho. Um homem de carácter, que defendeu o nosso País e fez um excelente trabalho.”

 

Já a capitã Catarina Lopes não escondeu o desalento pela derrota, mas elogiou a própria equipa e congratulou, também, o vencedor: “Sabíamos que ia ser um jogo difícil, onde os pormenores iam fazer a diferença. Quem não marca, sofre. Criámos muitas oportunidades que não concretizámos. Noutros jogos, mais tarde ou mais cedo a bola ia entrar. Mas contra o Brasil, cada oportunidade tinha de ser concretizada. Não conseguimos, mas estou muito orgulhosa da minha equipa pelo percurso que fizemos. Quero deixar os parabéns ao Brasil e é levantar a cabeça e melhorar no que temos de melhorar.”

 

Grupos

A Seleção Nacional Universitária Feminina integrou o Grupo A, juntamente com Polónia, Costa Rica, Estados Unidos da América e Taipé Chinês.

Já a Seleção Nacional Universitária Masculina ficou integrada no Grupo B, onde mediu forças com Brasil, Finlândia e Israel.

 

Calendário de jogos

Seleção Nacional Universitária Masculina

1 de julho (quarta-feira)
- 09h00| Portugal, 2 x Finlândia, 0

2 de julho (quinta-feira)
- 12h00| Brasil, 1 x Portugal, 1

3 de julho (sexta-feira)
- 12h00| Portugal, 21 x Israel, 0

5 de julho (domingo) – Quartos-de-final
- 18h00| Portugal, 4 x Líbano, 1

6 de julho (segunda-feira) – Meias-Finais
- 18h00| Portugal, 8 x Chéquia, 4

7 de julho (terça-feira) – FINAL
- 18h00| Portugal x Brasil

  

Seleção Nacional Universitária Feminina

1 de julho (quarta-feira)
- 15h00| Polónia, 1 x Portugal, 2

2 de julho (quinta-feira)
- 15h00| Portugal, 8 x Costa Rica,1

4 de julho (sábado)
- 15h00| Portugal, 10 x Estados Unidos da América, 1

5 de julho (domingo)
- 12h00| Portugal, 6 x Taipé Chinês, 0

6 de julho (segunda-feira) – Meias-Finais
- 09h00 | Alemanha, 0 x Portugal, 3

7 de julho (terça-feira) - FINAL
- 15h00 | Portugal, 0 x Brasil, 3

Pedro Marques eleito melhor jogador do Campeonato Mundial Universitário de Futsal

O estudante-atleta português Pedro Marques foi galardoado com o prémio de Melhor Jogador do Campeonato Mundial Universitário de Futsal 2026, que decorreu em Varsóvia, na Polónia. A distinção individual coroa a prestação de excelência do jovem internacional por Portugal, que se assumiu como uma das principais figuras da comitiva lusa ao longo de todo o torneio na capital polaca.

  

 

Com apenas 20 anos, o ala junta este prestigiado troféu internacional ao seu percurso desportivo, levando bem longe o nome do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB), instituição de ensino superior onde estuda e que representa no panorama académico. Na presente época desportiva, o jovem atleta representou também a equipa da AD Fundão na Liga Placard, somando minutos competitivos de alto rendimento que se refletiram na sua maturidade dentro da quadra. Ao longo da competição mundial, Pedro Marques destacou-se não só pela sua capacidade finalizadora, mas também pela qualidade técnica que ajudou a alavancar a manobra ofensiva das quinas.

 

Este prémio atribuído pela FISU reforça o estatuto de Portugal como uma das maiores potências mundiais na formação de talentos no futsal e valida o sucesso do modelo da Carreira Dual defendido pela FADU Portugal. Ao conciliar as exigências académicas no IPCB e o percurso na AD Fundão com o rendimento desportivo ao mais alto nível na Seleção Nacional Universitária, Pedro Marques escreve o seu nome na história do desporto universitário, servindo de inspiração para as próximas gerações de estudantes-atletas.

Embaixador de Portugal na Polónia acompanha Final e Consagração Masculina em Varsóvia

O Embaixador de Portugal na Polónia, Mário Pedro de Sousa Martins, marcou presença na grande final do Campeonato Mundial Universitário de Futsal Masculino, que se realizou no passado dia 7 de julho, em Varsóvia. O diplomata português fez questão de acompanhar de perto o encontro decisivo das quinas na capital polaca, demonstrando o forte apoio institucional à comitiva de estudantes-atletas nacionais.

 

 

Numa partida intensa e repleta de golos, a Seleção Nacional Universitária Masculina acabou por ceder diante da congénere do Brasil por 8-5. Apesar do resultado desfavorável no fecho da competição, a comitiva lusa assinou uma exibição de enorme entrega e resiliência frente à formação canarinha.

 

Com este resultado, Portugal sagrou-se vice-campeão do mundo universitário, alcançando uma brilhante medalha de prata que eleva e dignifica o nome do desporto universitário português à escala internacional. A presença do Embaixador Mário Pedro de Sousa Martins na tribuna sublinhou o reconhecimento público pelo excelente percurso e mérito desportivo demonstrados por toda a estrutura da FADU Portugal em solo polaco.

Portugal garante dupla final contra o Brasil

A Seleção Nacional Universitária Masculina de Futsal confirmou, num jogo bastante aceso, a presença na final do Campeonato Mundial Universitário de Futsal 2026, onde vai defrontar o Brasil esta terça-feira às 18h00 portuguesas.

 

 

A Seleção Nacional Universitária Masculina de Futsal garantiu um lugar na final do Campeonato Mundial Universitário de Futsal ao vencer a Chéquia por 8-4, num jogo em que teve de ‘puxar dos galões’ para se afirmar na quadra. Depois de uma primeira parte de altos e baixos chegou a estar a golear por 4-0 e chegou ao intervalo a ganhar pela margem mínima, a turma comandada por Pedro Palas e Luís Silva foi mais incisiva na segunda metade, construindo, assim, um resultado avolumado.

 

Destaque para Tomás Silva que, depois do bis apontado frente ao Líbano, apontou um hat-trick frente aos checos, indicando o caminho para o triunfo. Já Gonçalo Paixão bisou e contribuiu, também ele, para a resolução do encontro que ainda viveu momentos de indecisão nos primeiros minutos da 2ª parte.

 

Tiago Rodrigues, Abel Vaz e um autogolo completaram a lista de marcadores de Portugal. A Seleção Nacional Universitária Masculina de Futebol assegurou, então, um lugar na grande final, que terá lugar esta terça-feira, pelas 18h00 portuguesas. E ganhou o direito de poder repetir o feito alcançado em 2008, em Koper (Finlândia), quando ergueu o troféu pela única vez na história.

 

No fim do jogo, o Selecionador Nacional Luís Silva [que faz equipa com Pedro Palas] elogiou o comportamento da equipa, apesar da quebra registada na reta final da primeira parte. “Fizemos um grande jogo. Pecámos apenas nos últimos cinco minutos da segunda parte, em que depois do golo do guarda-redes da Chéquia, ficámos nervosos e nunca mais nos conseguimos encontrar”, afirmou, considerando que o intervalo ajudou a equipa a reorganizar-se: “Retificámos o que havia a retificar. E a segunda parte foi ‘top’. Estamos onde merecemos estar.”

 

Sobre a falta de experiência da equipa, Luís Silva refere que os jogadores têm um trunfo que ajuda a compensar. “Temos uma equipa bastante jovem, não sei se não é a mais nova do Mundial. E em alguns momentos a falta de experiência e maturidade pode surgir, mas temos uma entrega fabulosa, a qual consegue, muitas vezes, superar essa falta de experiência que, por vezes, acusamos”, diz. Sobre a final desta terça-feira com o Brasil, o treinador mostra confiança absoluta na equipa: “Estamos na final, vamos jogar sem pressão. Temos de ser aquilo que temos vindo a ser ao longo da competição. Estou bastante confiante, os jogadores acreditam no processo e vamos dar tudo para sair vitoriosos.”

 

Abel Vaz, autor do último golo de Portugal, fez uma análise crua à partida. “Entrámos muito fortes no jogo, fizemos quatro golos de forma rápida e isso não fez muito bem à equipa. Não estivemos muito organizados a defender no 5x4. O intervalo fez-nos bem, foi aí que se viu a força da nossa equipa”, disse, indicando que “a final com o Brasil será muito física e quem ganhar mais duelos individuais terá vantagem.” E deixou um aviso: “Vamos tentar ganhar o troféu 18 anos depois e continuar a fazer história.”

FADU Portugal recebida na Universidade de Varsóvia

A comitiva da Federação Académica do Desporto Universitário (FADU Portugal) foi recebida em audiência oficial na Universidade de Varsóvia pelo Reitor Alojzy Nowak, que acumula também as funções de Presidente da Associação do Desporto Universitário da Polónia (AZS). Aproveitando a presença da estrutura portuguesa em território polaco para acompanhar o Campeonato do Mundo Universitário de Futsal, o encontro institucional serviu para estreitar os laços bilaterais entre as duas nações no panorama do desporto universitário.

 

 

Durante a reunião de trabalho, na qual a FADU esteve representada pelo seu Presidente, Diogo Salgado Braz, e pelo 1.º Vice-Presidente, Tomás Nascimento, foram abordados diversos temas fulcrais para o setor. Os dirigentes de ambos os países partilharam boas práticas de gestão desportiva e analisaram detalhadamente os respetivos modelos e processos de competição interna, identificando oportunidades de melhoria e pontos de convergência entre as realidades competitivas de Portugal e da Polónia.

 

O encontro, pautado pelo reforço da cooperação internacional, terminou com a tradicional troca de lembranças institucionais, simbolizando a amizade e o compromisso mútuo de continuar a elevar o desporto universitário além-fronteiras, potenciando o desenvolvimento integral e o bem-estar dos estudantes-atletas.

 

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